Folha Vitória CPI dos Sertanejos: Marília Mendonça reclamou de prefeituras que não aceitavam shows gratuitos

CPI dos Sertanejos: Marília Mendonça reclamou de prefeituras que não aceitavam shows gratuitos

Tema teve repercussão depois que Zé Neto, da dupla com Cristiano, citou uma tatuagem íntima de Anitta para criticar quem recebe recursos da Lei Rouanet

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Foto: Reprodução / Instagram

A investigação de desvio de dinheiro público para o pagamento de cachês de cantores sertanejos tem ganhado repercussão nos últimos dias. A chamada "CPI dos Sertanejos" teve destaque após o cancelamento de shows de Gusttavo Lima e comentários de Zé Neto, da dupla com Cristiano. 

O assunto, no entanto, não é novidade. Em 2019, a cantora Marília Mendonça, que morreu em um acidente de avião em novembro, já havia reclamado sobre possíveis irregularidades em prefeituras de algumas cidades do país. 

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Segundo Mendonça, algumas prefeituras não aceitavam shows gratuitos. As publicações realizadas nas redes sociais em 2019, quando ela realizava o projeto "Todos os Cantos", voltaram a circular nesta semana. 

Em uma dos posts, Mendonça escreveu:

"O projeto Todos os Cantos é feito todo de boas intenções, pena que não é valorizado por quem mais deveria valorizar: os próprios líderes da cidade e de estado, que têm sua casa exposta e valorizada para o mundo todo e sem incentivozinho, hein? Difícil!".

CPI dos Sertanejos: entenda o surgimento da polêmica

A contratação de artistas com dinheiro público se tornou tema de discussões nas redes sociais e na Justiça depois que Zé Neto citou uma tatuagem íntima de Anitta para criticar cantores que recebem recursos da Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet.

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Outros artistas também se envolveram no caso, como Gusttavo Lima. Ele teve vários contratos expostos. O que chamou a atenção do público e das autoridades são os altos valores pagos por prefeituras que não dispunham de tantos recursos para outros serviços para a população. A Justiça chegou a determina a suspensão de apresentações do artista enquanto o caso é investigado.

*Com informações do Portal R7.

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