Folha Vitória Ex-capa da playboy acusada de tráfico de drogas afirma não ter medo de ser condenada

Ex-capa da playboy acusada de tráfico de drogas afirma não ter medo de ser condenada

A modelo foi presa em julho, na recepção de um hotel em Vitória, mas teve um habeas corpus concedido há 15 dias pela justiça do Distrito Federal

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Foto: Reprodução / Instagram
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Atriz, modelo e capa de diversas revistas masculinas famosas no mundo inteiro, Flávia Tamayo também se tornou protagonista de uma investigação policial. Conhecida com Pâmela Pantera, a jovem de 22 anos é suspeita de fornecer drogas para clientes de uma rede de prostituição. 

Para a Polícia Civil, não restam dúvidas que Flávia fazia atendimentos envolvendo sexo e entorpecentes. Segundo o delegado responsável pela investigação, o caso começou a ser apurado a partir de denúncias anônimas de que a modelo estaria envolvida com o tráfico de drogas em Brasília. 

Com exclusividade, a Flávia conversou com a equipe de reportagem da Record TV. Após passar dois meses presa, a atriz recebeu um habeas corpus e cumpre uma série de restrições. "Eu tenho que ficar em Brasília. A noite não posso sair de casa. Posso ficar na rua até as 22h", contou. 

No dia 20 de julho, Flávia foi detida na recepção de um hotel na orla de Jardim Camburi, em Vitória, quando retornava de um atendimento a um cliente. De acordo com a Polícia Civil, logo após ser dada voz de prisão, Flávia teria feito um escândalo e tentou tirar a própria roupa. Ela foi impedida pelos agentes que atuavam na apreensão. 

Em setembro, a justiça do Distrito Federal concedeu o habeas corpus para modelo, e na última sexta-feira (18), Flávia foi transferida do presídio em Cariacica para Brasília. 

Questionada sobre as acusações, Flávia declarou apenas que não cometeu os delitos. Ela ainda considera ser vítima de uma injustiça. "Na situação real do Brasil, em que a gente vê muitas mortes, muitos assassinatos, eu acredito que não é necessário ter feito minha prisão, porque eu não sou nenhuma pessoa perigosa", justificou. 

Mesmo sendo investigada, ela afirmou não tem medo de ser presa. "Não tenho medo, não. Mas é algo difícil de dizer".  Durante a apuração do caso pela polícia, a modelo continua alimentado suas redes sociais. "É uma coisa natural da minha idade. Tenho que explorar minha beleza, minha sensualidade, que é uma benção que Deus me deu", afirmou. 

De acordo com o advogado de Flávia, ela deve ficar com uma tornozeleira  eletrônica por cerca de 90 dias. Ela também foi obrigada a entregar o passaporte e não pode sair de Brasília. Flávia ainda não prestou depoimento, mas deve se apresentar na delegacia em breve para dar esclarecimentos sobre o caso. 

*Com informações da TV Vitória/Record TV. 

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