Grupo Buaiz: mente aberta e olhar em perspectiva

Neste ano de incertezas, o Grupo Buaiz tomou uma atitude importante para mudar o olhar em relação ao que 2020 estava representando para os negócios das empresas que o compõem

Folha Vitória
Foto: Divulgação
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Prestes a completar 80 anos, o Grupo Buaiz está presente de forma muito íntima na vida dos capixabas. Seus negócios são em áreas com as quais o consumidor tem relacionamento direto: alimentos, com a Buaiz Alimentos e as icônicas marcas Regina e Numero Um; lazer, com o Shopping Vitória; logística, com a Vitória Logística e Operações Portuárias; imobiliária, com a Nova Cidade Empreendimentos; comunicação, com a Rede Vitória, e educação, com a recém-inaugurada Escola Americana de Vitória. Além disso, o grupo mantém ainda o Instituto Americo Buaiz, que apoia organizações sociais no Espírito Santo usando a força da comunicação em favor de ações e projetos que fazem a diferença na vida das pessoas.

“Ser uma marca ícone validada pelo Ibope é sempre uma lembrança de muita credibilidade, que honra muito que recebe esse reconhecimento. Mas receber essa recompensa num ano tão difícil quanto 2020 é algo muitíssimo importante. Começamos este ano acreditando que seria o melhor de nossa história e tivemos que enfrentar esse desafio inesperado, totalmente novo em todos os sentidos. Felizmente, com toda a nossa experiência, enfrentamos bem, adiamos o que tínhamos como expectativa e estamos bem posicionados em todos os nossos ramos de negócios”, destaca o presidente do Grupo Buaiz, Americo Buaiz Filho.

De acordo com ele, a lembrança do grupo em detrimento de outros, alguns até maiores, deve-se à intimidade que o capixaba tem com seus diversos produtos. “Temos uma identidade muito forte por meio das sete horas e meia de programação regional diária na TV Vitória, nosso Folha Vitória é hoje líder absoluto em jornal on-line no Espírito Santo, temos a Jovem Pan e a recente Jovem Pan News. O Shopping Vitória mostrou toda sua resiliência durante esta crise e vem performando muito melhor do que a média nacional neste momento de reabertura. Isso sem falar nos produtos da Buaiz Alimentos e na nossa atuação no campo social. A Nova Cidade Empreendimentos começou a construção de um parque para ser entregue à cidade, ao lado do Shopping Vitória, com investimentos de R$ 12 milhões. Inauguramos recentemente a Escola Americana de Vitória, 92% dos pais aprovaram nossas atitudes durante a pandemia e já estamos com um índice de matrículas para 2021 que está nos surpreendendo. Tudo isso cria uma conexão com as pessoas, e elas não nos reconhecem pelo nosso tamanho, mas por nossa relevância, pela diferença que fazemos na vida delas. O Grupo Buaiz pode não ser grande, mas ele é relevante, e em todos os segmentos nos quais atua tem como filosofia fazer diferente e fazer a diferença.”

Credibilidade, ação, coerência entre o que se fala e o que se faz, corresponder às expectativas que cria e padrão moral, ético e de qualidade são, para Americo, os atributos que tornam uma marca ícone. E, para essa construção de imagem e reputação, a comunicação e o marketing são fundamentais. “Se você não consegue criar esse vínculo que é a comunicação, você simplesmente não constrói uma marca. Ou constrói uma muito vulnerável, ou ainda pouco consistente, ou que não é lembrada. No Grupo Buaiz, a gente se comunica enquanto grupo e cada empresa se comunica como uma marca do grupo. Como consequência, tem-se uma marca relevante e presente na vida das pessoas”, atesta.

Neste ano de incertezas, o Grupo Buaiz tomou uma atitude importante para mudar o olhar em relação ao que 2020 estava representando para os negócios das empresas que o compõem. “Quando percebemos que o ano estava comprometido, com perdas importantes, passamos a considerar o ‘2 em 1’, ou seja, refizemos todo nosso planejamento e incluímos o ano de 2021, para não trabalharmos só com o horizonte de 2020 e não nos penalizarmos tanto no curtíssimo prazo. A vida empresarial tem que ter perspectiva, ou você se machuca demais, e com algo, inclusive, que estava fora do controle de todos nós. Com isso, temos aprendido um sentimento de menos imediatismo, passamos a entender o tempo de uma maneira diferente. Tivemos perdas, sim, mas se pensarmos nas evoluções que foram incorporadas e que vão permanecer para além de 2020, elas não são tão grandes. E se amplio mais ainda o horizonte, percebo que, na verdade, tivemos ganhos”, ensina Americo.

Essa mudança de olhar e o abrir de mente têm sido os grandes motores do Grupo Buaiz e suas empresas neste momento e têm corroborado as posturas que vêm sendo adotadas. Primeiro, tratou-se de cuidar dos recursos humanos, para que fossem estimulados e que não entendessem esse período como uma tragédia ou se sentissem ameaçados. Com as mentes de todos abertas, foram criados nas empresas comitês de inovação, que entraram em contato com tudo o que pudesse significar mudanças de processos. Assim, foram iniciadas rapidamente inovações em todos os negócios que representaram, na verdade, uma antecipação do futuro.

“No Shopping Vitória, começamos com o delivery e o drive-thru. Na Buaiz Alimentos, começamos a realizar entregas no mesmo dia do pedido para todas as cidades do Espírito Santo. Na TV Vitória, investimos em tecnologias e equipamentos, como drones. Na Escola Americana de Vitória, criamos metodologias que permitem aulas presenciais e remotas. Isso só foi possível porque todos, desde o presidente até os colaboradores, foram cuidando de suas emoções para serem capazes de enfrentar um desafio jamais visto. Conseguimos, por meio dos nossos quadros, pensar em soluções muito boas, que se incorporaram a nossa cultura e forma de atuar e que vão nos beneficiar para muito além de 2020. Por isso, o importante é trabalhar com perspectiva, com horizontes que vão além de um episódio”, ressalta o presidente do grupo.

Para Americo, uma outra grande oportunidade que este momento desafiador está proporcionando é a chance de evoluir ainda mais a partir do comportamento e atitudes do novo consumidor. “A gente adora esse tipo de cobrança por propósito. Quanto mais um cliente é exigente, mais ele busca empresas que têm filosofias como a nossa, empresas que fazem diferente, são relevantes e não se preocupam com escala, mas com qualidade. É uma nova postura, e discursos vazios e práticas inconsistentes não têm vez. Essas demandas novas qualificam a gestão, que precisa se preocupar com muito mais do que é sua missão. Essa definição meio lugar-comum precisa dar espaço para conceitos mais amplos, sofisticados, sutis. As pessoas passaram a desejar empresas com selo de qualidade, caráter, valores, ética, que valorizam mais esses atributos do que o preço. As pessoas buscam propósito nesse ‘novo normal’, e felizmente esse ‘novo normal’ é exatamente o que praticamos no nosso normal.”

Grupo empresarial

33% - Buaiz

28% - Águia Branca

9% - Vale.

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