Folha Vitória Justiça mantém aulas presenciais nas escolas particulares do ES e propõe avaliação das medidas

Justiça mantém aulas presenciais nas escolas particulares do ES e propõe avaliação das medidas

Uma nova audiência de conciliação entre os sindicatos dos professores e das instituições privadas do estado foi marcada para o dia 28 deste mês no TRT

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Foto: TV Vitória
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A Justiça do Trabalho confirmou a manutenção do retorno das aulas presenciais nas escolas particulares do Espírito Santo. Durante uma audiência de conciliação, realizada na tarde desta segunda-feira (05), a juíza Denise Alves Tumoli Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 17ª Região, propôs uma melhor avaliação sobre a volta das atividades presenciais ao longo das próximas semanas. Uma nova audiência foi marcada para o dia 28 deste mês.

A reunião desta segunda-feira contou com a participação de representantes do Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe-ES), do Sindicato dos Professores do Espírito Santo (Sinpro-ES) e da Secretaria de Estado da Educação (Sedu).

Na semana passada, a Justiça chegou a suspender o retorno das aulas presenciais das instituições privadas. No entanto, após pedidos de reconsideração feitos pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e pelo Sinepe-ES, a Justiça autorizou a retomada das atividades.

A volta das aulas presenciais, nos municípios classificados como de risco baixo para o novo coronavírus, ocorreu nesta segunda-feira, depois de quase sete meses de suspensão em função da pandemia. O retorno ocorreu obedecendo a um rodízio entre os alunos, ou seja, parte deles voltou à sala de aula e a outra parte permaneceu em casa, em atividade remota.

Vale lembrar que o retorno às atividades presenciais não é obrigatório. Quem não se sentir seguro para voltar à escola pode continuar tendo aulas à distância.

A produção da TV Vitória/Record TV entrou em contato com o Sinepe-ES, que afirmou que vai aguardar até a próxima audiência, no dia 28, para se manifestar. Também foi feito contato com o Sinpro-ES e a Sedu, mas não houve retorno até a noite desta segunda-feira.

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