Folha Vitória Mais de 100 mil capixabas podem perder benefício do INSS por falta de prova de vida

Mais de 100 mil capixabas podem perder benefício do INSS por falta de prova de vida

A prova de vida é um procedimento previsto em lei, para evitar fraudes e pagamentos indevidos, e precisa ser feita uma vez por ano

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Foto: TV Vitória
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Um total de 106.446 capixabas ainda não realizaram a prova de vida em 2021. O procedimento é obrigatório para garantir a manutenção dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No Espírito Santo, até o mês de agosto, 450.737 segurados fizeram prova de vida. 

A prova de vida é um procedimento previsto em lei, para evitar fraudes e pagamentos indevidos, e precisa ser feita uma vez por ano. Devem fazer a prova de vida aposentados, pensionistas e pessoas que recebem benefícios assistenciais há mais de um ano.

Mais de 95 mil precisam fazer perícia

Na terça-feira (28), o INSS divulgou nova lista de segurados que estão no pente-fino para identificar possíveis irregularidades no pagamento de benefícios.

Ao todo, 95.588 nomes constam na relação de segurados da Previdência Social que devem passar por perícia médica para manter benefício por incapacidade temporária - auxílio-doença ou acidentário.

São beneficiários que não foram localizados no endereço que consta na base de dados do INSS ou deixaram de marcar o exame após receber a notificação.

A relação dos segurados foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) da terça-feira (28). Confira a lista completa neste link.

O que fazer se nome está na lista?

O segurado que estiver com o seu nome na lista do pente-fino do INSS deve providenciar o agendamento da sua perícia médica o quanto antes para não ter o seu benefício suspenso.

A perícia médica pode ser marcada de três formas:

• Aplicativo Meu INSS;
• Central de atendimento 135; ou
• Site do INSS: www.meu.inss.gov.br;

Para realizar a perícia é preciso apresentar os seguintes documentos:

• CPF;
• Laudo médico contendo o nome do médico, número do CRM código da doença/CID (Classificação Internacional de Doenças) e a descrição da doença e exames médicos recentes que comprovem a doença; e
• RG.

Com informações do Portal R7

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