Folha Vitória Milena Gottardi: julgamento entra no sexto dia e Hilário deve ser interrogado neste sábado

Milena Gottardi: julgamento entra no sexto dia e Hilário deve ser interrogado neste sábado

O primeiro a ser interrogado é o réu Valcir da Silva Dias, apontado como um dos intermediários do crime

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Foto: Divulgação
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O julgamento do caso Milena Gottardi, assassinada em 2017, entra no sexto dia. Para este sábado (28), estão previstos o interrogatório de quatro réus. Hilário Frasson, ex-marido da médica, deve ser o último a ser ouvido.

A sessão foi retomada por volta das 10h40 deste sábado. O primeiro a ser interrogado é o réu Valcir da Silva Dias, apontado como um dos intermediários do crime.

Além dele, ainda passarão por interrogatórios os réus Hermenegildo Palauro Filho, também apontado como intermediário, e Esperidião Frasson, pai de Hilário, e um dos mandantes do crime, segundo investigação.

Atirador e apoio foram ouvidos na sexta-feira

O último a ser ouvido no quinto dia de julgamento foi Bruno Rodrigues Broetto, acusado como responsável por ceder a moto utilizada no assassinato da médica.

O depoimento durou pouco mais de uma hora. Ele voltou a afirmar que não sabia que a moto seria usada para matar a médica e que achou que seria feito um assalto.

Já Dionathas Alves Vieira, executor confesso da médica, chorou muito ao entrar no salão do júri e por diversas vezes pediu perdão à família de Milena Gottardi e também aos familiares dele.

O jovem contou que foi procurado por Valcir dois meses antes do assassinato, e que depois de aceitar a proposta, foi pressionado para agir logo. Durante o interrogatório, Dionathas confirmou que matou Milena e detalhou a dinâmica do crime.

Ele disse, por exemplo, que não viu nenhuma foto da médica antes do assassinato. Além das informações sobre as características dela, um galho de árvore foi colocado na frente do carro de milena para que ele pudesse identificar em quem atirar.

O rapaz ainda revelou que antes de cometer o crime recebeu a arma de Valcir e Hermenegildo enrolada numa meia. Os homens disseram para Dionathas não ter medo, porque ali os policiais eram eles.

O rapaz ainda contou que com a grande repercussão do caso começou a ser pressionado pelos dois intermediários, que pediam que ele fugisse para Minas Gerais. Ele preferiu ficar em fundão, onde morava, e afirmou que quando viu a polícia em sua casa já sabia que seria preso e confessou o crime.

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