Folha Vitória Mulher tenta comprar CNH e cai em golpe em Linhares

Mulher tenta comprar CNH e cai em golpe em Linhares

Os criminosos tentaram entrar em contato com a vítima para oferecer o documento sem seguir o protocolo previsto em lei

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Foto: Divulgação/Denatran
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Uma mulher foi vítima de criminosos após tentar comprar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pela internet. Ela procurou o Procon de Linhares, na manhã desta terça-feira (18), para registrar uma queixa.

A vítima contou que o suspeito se passou por um funcionário do Detran da cidade do Rio de Janeiro. O criminoso ofereceu a emissão da CNH pulando algumas etapas do processo exigido por lei. A mulher chegou a transferir R$ 500 pelo documento.

Os golpistas usam as redes sociais e aplicativos de mensagem instantânea, como o WhatsApp, para aplicar o golpe. Segundo o diretor do Procon de Linhares, Geraldo Roza, os criminosos se passam por funcionários do Detran e oferecem a venda do documento sem passar pelas aulas e exames exigidos pela legislação de trânsito brasileira.

Após a troca de mensagens, os golpistas pedem para os interessados efetuarem o pagamento de uma taxa para que a CNH seja emitida. Com o pagamento feito, eles desfazem o contato e o documento não é entregue.

“É importante alertar que para se obter a CNH, o procedimento é uniforme em território nacional. É preciso buscar uma autoescola, com formação teórica e aulas práticas. Só depois da prova de legislação e prática o documento é emitido”, explica o diretor do Procon.

Geraldo lembra, ainda, que o cidadão que optar por qualquer facilidade não oficial também pode ser responsabilizado criminalmente e que, ao receber um contato com esta finalidade, deve efetuar denúncia à polícia.

“Em caso de dúvidas sobre os serviços de Habilitação do Detran-ES, o cidadão deve entrar em contato, através dos canais oficiais do órgão, como teleatendimento, redes sociais ou efetuar a ligação gratuita para a Ouvidoria do órgão”, disse.

A vítima do golpe que procurou o Procon foi orientada pelo órgão a formalizar a denúncia em uma delegacia da Polícia Civil, já que a reclamação não se trata de relação com o consumidor e sim, ação de um estelionatário.

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