Folha Vitória Operadoras de telefonia móvel lideram ranking de reclamações de clientes no Espírito Santo

Operadoras de telefonia móvel lideram ranking de reclamações de clientes no Espírito Santo

Segundo dados do Procon Estadual, desde o início do ano até o fim do mês passado, foram registradas 1.471 queixas contra empresas do ramo

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Foto: Reprodução/Pexels
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As operadoras de telefonia móvel são o principal alvo dos consumidores que procuram o Procon do Espírito Santo para fazer alguma reclamação. Segundo dados do órgão, desde o início do ano até o fim do mês passado, foram registradas 1.471 queixas contra empresas do ramo. No ano passado, as operadoras também lideraram o ranking de reclamações do Procon Estadual, com 5.043 denúncias. 

Bancos e instituições financeiras também se destacaram na quantidade de queixas recebidas pelo Procon capixaba. Neste ano, já foram registradas 1.468 reclamações contra os bancos e 1.262 contra as financeiras, até o fim de agosto. Em 2019, as posições se inverteram, com as financeiras ocupando a segunda colocação do ranking, com 4.089 registros, e os bancos a terceira, com 3.785.

Completam a lista das reclamações dos clientes no Procon-ES em 2020 as empresas de cartão de crédito, farmácias, telefonia fixa, instituições de ensino, energia elétrica, aparelho de telefone e supermercados.

Ranking de atendimentos do Procon-ES em 2020:

01/01 a 31/08

Telefonia móvel - 1471

Banco – 1468

Financeira – 1262

Cartão de crédito – 1156

Farmácias – 814

Telefonia fixa – 812

Instituições de ensino – 732

Energia elétrica – 741

Aparelho de telefone – 600

Supermercados – 463

Ranking de atendimentos 2019

01/01 a 31/12

Telefonia móvel – 5043

Financeiras - 4089

Bancos – 3785

Energia elétrica - 3503

Telefonia fixa – 3253

Cartão de Crédito - 2944

Aparelhos de telefone - 1443

Água e esgoto – 1194

TV por assinatura – 924

Móveis - 869

30 anos do Código de Defesa do Consumidor

Nesta sexta-feira (11), comemora-se o Dia Estadual do Consumidor e o 30º aniversário do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (CDC), uma das legislações mais avançadas e abrangentes do mundo. Sua criação, vigência e aplicação significam um divisor de águas na defesa dos consumidores, que têm assegurada a proteção aos seus direitos básicos de educação, informação, saúde e segurança.

Após quase três décadas de existência, o nosso Código de Defesa do Consumidor continua sendo uma legislação moderna, ostensiva e voltada para a proteção e equilíbrio das relações de consumo.

Para o diretor-presidente do Procon-ES, Rogério Athayde, a defesa do consumidor no Brasil tem muito a comemorar, pois foram vários os avanços e as mudanças de paradigmas que a legislação trouxe, exigindo do mercado de consumo a mudança nas práticas comerciais.

“Com origem constitucional e dentro das especialidades do direito, o CDC nasceu como um grito de liberdade, de rompimento de práticas abusivas e situações vexatórias que o consumidor era obrigado a submeter-se por não ter uma legislação forte, eficaz e que o protegia de fato, e não de forma genérica, como contempla o Código Civil Brasileiro”, disse Athayde.

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