Cidades João Azevêdo nega privatização da Cagepa: ‘fake news’

João Azevêdo nega privatização da Cagepa: ‘fake news’

O governador João Azevêdo (Cidadania) desmentiu, nesta quarta-feira (16), notícias falsas disseminadas nas redes sociais em relação à gestão da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e assegurou que a empresa não será, “sob hipótese alguma”, privatizada em seu governo. Chefe do Executivo estadual aproveitou para anunciar que enviou à Assembleia Legislativa o […]

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João Azevêdo (Foto: José Marques/Divulgação/Secom-PB)

O governador João Azevêdo (Cidadania) desmentiu, nesta quarta-feira (16), notícias falsas disseminadas nas redes sociais em relação à gestão da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e assegurou que a empresa não será, “sob hipótese alguma”, privatizada em seu governo.

Chefe do Executivo estadual aproveitou para anunciar que enviou à Assembleia Legislativa o projeto de Lei que cria Microrregiões de Água e Esgotos, garantindo a manutenção da Cagepa como empresa pública. 
 
“O que nós estamos fazendo, neste caso específico, é justamente o contrário do que estão tentando propagar. A medida, que envio hoje ao Legislativo, estabelece a criação de quatro Microrregiões de Água e Esgotos e abre a possibilidade da continuidade de atuação da nossa empresa estadual, sem descuidar, é claro, do compromisso de atuação da Cagepa no atingimento de metas e indicadores de desempenho, bem como mecanismos que comprovem os seus resultados e a melhoria da prestação de serviços”, explicou. 
 
Ele também destacou que a medida encaminhada ao Poder Legislativo se antecipa às exigências previstas pela Lei 14.026/2020 e evita qualquer possibilidade de desestruturação da Companhia.

“Se assim não fizéssemos até o próximo dia 15 de julho, conforme determina a nova Lei do Marco Legal do Saneamento, o governo federal poderia, ao seu modo, estabelecer esses blocos de municípios, à revelia do estado e de sua Companhia, esvaziando e minguando a Cagepa, passando os serviços a serem operados por esses blocos de municípios, obrigando estes a contratarem empresas privadas que passariam a operar os seus serviços”, sustentou.
 
“Sempre defendi, defendo e defenderei, até o último dia do seu governo, uma Cagepa pública e eficiente, que se manterá como empresa de interesse público administrando um bem fundamental à nossa existência, que é a água”, finalizou.

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