Cidades Madrugada gelada tem alta chance de neve no Sul do Brasil

Madrugada gelada tem alta chance de neve no Sul do Brasil

Fenômeno deve atingir a Serra Gaúcha e a Catarinense. Meteorologistas também não descartam chuva congelada em Santa Catarina e no Paraná

  • Cidades | Do R7, com Tempo Agora

Temperaturas podem chegar a marcas negativas nas áreas mais altas dos estados

Temperaturas podem chegar a marcas negativas nas áreas mais altas dos estados

JERÔNIMO DO CARMO/MAFALDA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - 20/08/2020

Uma massa de ar polar que veio da Argentina pode fazer trazer a maior precipitação de neve no Sul do país desde 2013. O estado do Rio Grande do Sul, que registrou nesta quinta-feira (20) mínimas de até -1 ºC, tem a maior a chance de presenciar o fenômeno, que deve acontecer a partir do final da tarde e noite desta quinta-feira (20), e persistir ao longo da madrugada e manhã da sexta (21).  

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A previsão é de precipitação entre 2 e 8 cm de neve para a madrugada, principalmente entre a Serra Gaúcha e a Catarinense. Outras regiões também têm mais probabilidade de ver neve: Planalto do Rio Grande do Sul, Planalto Catarinense, Meio Oeste de Santa Catarina, Planalto do Paraná e Campos Gerais do Paraná. 

"Ainda assim, não se descarta a chance para chuva congelada misturada com neve entre o norte do Rio Grande do Sul e áreas da região central de Santa Catarina, e também no extremo sul do Paraná", diz Dóris Palma, meteorologista da Somar Meteorologia. 

A expectativa é de frio intenso nos três estados da Região Sul nos próximos dias, começando pelo estado gaúcho. Durante a semana passa, o ar frio deve se espalhar também para Santa Catarina e Paraná.

Apesar das baixas temperaturas, as geadas não serão tão amplas por conta da elevada umidade na região. Mesmo assim, estimam-se mínimas abaixo de -3°C no próximo fim de semana nas áreas mais elevadas dos três estados da região Sul.

A chance de nevar durante a madrugada de sábado e a noite de sexta é bem menor, segundo a meteorologista Dóris Palma. Mas ainda não se descarta que o fenômeno ocorra duas vezes seguidas, também nos pontos altos das Serras Gaúcha e Catarinense.

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