Cidades Operação apreende escavadeira e 700m³ de madeira ilegal em RO

Operação apreende escavadeira e 700m³ de madeira ilegal em RO

Valor estimado do material apreendido é de mais de R$ 1,2 milhão, segundo Ministério da Defesa

  • Cidades | Do R7

Multas aplicadas na operação totalizam R$ 551,5 mil

Multas aplicadas na operação totalizam R$ 551,5 mil

Divulgação/Ministerio da Defesa

A Operação Samaúma de combate a crimes ambientais apreendeu cerca de 700 m³ de madeira que estaria pronta para ser extraída ilegalmente na quinta-feira (14), informou o Ministério da Defesa. A ação foi conduzida pelo ICMBio na Floresta Nacional do Jamari.

Na madrugada do dia 3 de julho, foi apreendida uma escavadeira hidráulica usada no garimpo ilegal. Segundo o ministério, não houve flagrante, mas estima-se que o valor do material apreendido foi de mais de R$ 1,2 milhão.

A ação contou com o apoio de tropas  da  17ª  Brigada  de  Infantaria  de  Selva  – Força-Tarefa Conjunta Integrada Príncipe da Beira, da Polícia Civil, Polícia Militar de Rondônia,  do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM).

Durante os primeiros dias da Operação, já foram fiscalizadas sete madeireiras no município de  Cujubim, em Rondônia, e aplicadas multas que totalizam R$ 551,5 mil.

Nome da operação homenageia árvore da Amazônia

Desde o dia 28 de junho, o CCjN (Comando Conjunto do Norte), por determinação federal, emprega tropas das Forças Armadas para ações de garantia da lei e da ordem com a Operação Samaúma, que ocorre em terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental, em áreas de propriedade ou sob posse da União.

Segundo o Conselho Nacional da Amazônia Legal, comandado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, o foco da operação está em 26 municípios localizados em quatro estados: Amazônia, Rondônia, Pará e Mato Grosso.

O emprego das Forças Armadas nestes municípios tem como objetivo realizar ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais, em especial o desmatamento ilegal.  A ação está prevista para durar até 31 de agosto, segundo o Decreto nº 10.730, de 28 de junho.

O nome da operação homenageia a árvore conhecida como rainha da Amazônia, que guarda e distribui água para outras espécies e também pode ser chamada de mafumeira, sumaúma e kapok.

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