Cidades PB registra uso de 18,7% das doses de vacina contra Covid disponíveis

PB registra uso de 18,7% das doses de vacina contra Covid disponíveis

Dados dessa sexta-feira (29) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostram

Portal Correio

Dados dessa sexta-feira (29) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostram que a Paraíba já vacinou 31.342 pessoas contra o coronavírus, quantidade que corresponde a 18,71% das 167.480 doses disponibilizadas no estado, sendo 131.480 da Coronavac e 36 mil da vacina de Oxford/AstraZeneca.

Saiba mais sobre a vacinação na PB na cobertura do Portal Correio

Em todo o estado, foram distribuídas 97.926 doses para a primeira aplicação na etapa inicial de vacinação de grupos prioritários. Há ainda uma reserva técnica de 6.718 que segue armazenada na Rede Frio do Estado. Dos grupos prioritários, apenas os profissionais de saúde e pessoas com mais de 80 anos ainda não tiveram completado o processo de vacinação.

Grupo População alvo Vacinas distribuídas % Meta atingida Povos Indígenas 10092 10092 100.00% Pessoas Idosas Institucionalizadas 1342 1342 100.00% Pessoas com Deficiência Institucionalizada 67 67 100.00% Trabalhadores de Saúde 126341 78035 61.77% Pessoas acima de 80 anos 92351 8390 9.08%

Fonte: SES

A população pode acompanhar o quantitativo que cada município recebe separado por grupo prioritário por meio de uma plataforma pode ser acessada no site do Governo do Estado específico para a vacinação. Veja aqui. Também está disponível no ambiente virtual a informação sobre a aplicação das doses.

Municípios precisam informar dados

“A SES reforça a importância dos Municípios notificarem a aplicação das doses no SI-PNI”, disse a Pasta. Segundo dados do sistema oficial de acompanhamento, até as 13h desta sexta-feira (29), 62 Municípios já alimentaram mais de 80% das doses aplicadas no sistema oficial Programa Nacional de Imunização (PNI); 11 ainda não registraram aplicação da vacina.

De acordo com a chefe do Núcleo de Imunizações da SES, Isiane Queiroga, o SI-PNI é o mesmo sistema que os Municípios já utilizavam, porém com uma cara nova. Ela explica que a diferença do módulo Covid-19 é que o registro é nominal, mas que os municípios precisam manter a mesma rotina de alimentação do sistema para campanhas de vacina que é a notificação diária.

“O que muda agora é que não mais notificar só as doses aplicadas de quantidades, mas em quem estão sendo aplicadas essas doses. A gente está identificando, por meio do monitoramento, que tem Municípios que ainda não informaram nenhuma dose. Outros que já receberam várias doses e registraram no sistema apenas uma. Percebemos que não é dificuldade de acesso ao sistema, e sim dificuldade do registro da informação”, pontua.

Isiane Queiroga reforça que a equipe técnica do Núcleo de Imunização fez a qualificação dos 223 Municípios entre os dias 11 e 19 de janeiro de 2019. A secretaria também fez o cadastramento desses Municípios no sistema SCPA, que abre o SI-PNI, habilitando-os para o registro. Ela pontua que todos eles já estão aptos a utilizar o sistema com a alimentação dos dados e pede a intensificação dos registros diários.

“Temos 11 Municípios que não inseriram dose alguma no sistema. Para estes estamos ligando, fazendo agendamento por vídeo e oficializando com a data de hoje para acompanhar a situação. O nosso objetivo é acompanhar esses territórios e saber a problemática apresentada por eles, qual o motivo de ainda não terem alimentado o sistema oficial com essas informações e se estão com alguma dificuldade técnica para operacionalizar o sistema”, destaca.

Segunda dose

Sobre o envio da segunda dose para os municípios, Isiane afirma que ele é baseado na quantidade de recebimento da primeira dose. “Porém, nós cobraremos aos municípios mediante a distribuição. Se eu tenho 100 doses distribuídas, eu quero 100 doses aplicadas no sistema. Sabendo que as primeiras foram monodoses e que a gente está falando de uma campanha de vacinação em que a equipe vai ao serviço e faz a vacina lá, provavelmente a gente não tem perdas de doses. Então a quantidade de doses recebidas tem que ser bem próxima das doses aplicadas”, completa.

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