Portal Correio Paraíba registra 2º transplante de coração no ano; quatro pessoas aguardam na fila

Paraíba registra 2º transplante de coração no ano; quatro pessoas aguardam na fila

Um homem de 52 anos recebeu um novo coração neste fim de semana na Paraíba. Este é o segundo caso registrado no ano. O primeiro transplante aconteceu em janeiro e se passaram 217 dias até que outra família autorizasse a doação do órgão. De acordo com dados da Central Estadual de Transplantes, a Paraíba ainda […]

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Um homem de 52 anos recebeu um novo coração neste fim de semana na Paraíba. Este é o segundo caso registrado no ano. O primeiro transplante aconteceu em janeiro e se passaram 217 dias até que outra família autorizasse a doação do órgão. De acordo com dados da Central Estadual de Transplantes, a Paraíba ainda tem quatro pessoas na fila de espera por um transplante cardíaco.

O doador foi um homem de 36 anos, vítima de um politrauma. Ele estava internado no Hospital de Trauma de João Pessoa e teve morte encefálica confirmada após três exames de verificação. Além do coração, também foram doados rins e córneas. Os rins foram aceitos pela Central de Transplantes de Pernambuco e as córneas levadas para o banco de olhos da Paraíba.

“Já estávamos há um bom tempo sem registrar doação de coração. E agora, após grandes desafios enfrentados diante da pandemia, essa ação renova a esperança e nos dá a segurança de voltar a realizar doações de órgãos de forma mais segura e tranquila”, diz a chefe do Núcleo de Ações Estratégicas da Central Estadual de Transplantes, Rafaela Carvalho.

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Foto: Divulgação

A captação dos órgãos do doador foi feita na noite do sábado (21), no próprio Hospital de Emergência e Trauma. O receptor do coração foi operado no Hospital Nossa Senhora das Neves. O órgão foi levado à unidade por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Lá, a equipe transplantadora já estava aguardando. O receptor também estava pronto para receber o novo coração.

“Corremos contra o tempo em prol de alguém que a gente nem conhece, mas a certeza de ajudar nos move a ir além, cada vez mais”, comenta o enfermeiro Evaldo Bezerra. “Por trás de nós, a saudade que ficou. À nossa frente, a esperança de um novo dia que chegou. À família do doador, nosso respeito e gratidão pelo sim capaz de mudar a vida de outras pessoas que estavam numa fila, talvez achando que esse dia nunca fosse chegar. Mas chegou. Então, viva!”, completa o profissional.

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