Portal Correio UFPB realiza testes gratuitos de HIV, sífilis e hepatites B e C

UFPB realiza testes gratuitos de HIV, sífilis e hepatites B e C

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realiza nesta quarta-feira (22) testes rápidos e gratuitos de HIV, sífilis e hepatites B e C. A testagem, que é aberta a estudantes de todos os campi da UFPB, vai acontecer das 8h30 às 14h, no posto do Centro de Atendimento Médico, Odontológico e Psicossocial (Camops), no Campus II, […]

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Campus II da UFPB, em Areia (Foto: Oriel Farias/UFPB)

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realiza nesta quarta-feira (22) testes rápidos e gratuitos de HIV, sífilis e hepatites B e C. A testagem, que é aberta a estudantes de todos os campi da UFPB, vai acontecer das 8h30 às 14h, no posto do Centro de Atendimento Médico, Odontológico e Psicossocial (Camops), no Campus II, em Areia. Os interessados em participar devem levar documento de identificação para receber a ficha de atendimento. O uso de máscara é obrigatório.

Coordenada pela professora Ana Cristina de Oliveira e Silva, do Departamento de Enfermagem Clínica da UFPB, a iniciativa faz parte da segunda etapa de uma pesquisa sobre infecções sexualmente transmissíveis entre universitários durante o período de pandemia e pós-pandemia da Covid-19. O objetivo é descrever o comportamento sexual de universitários de acordo com características demográficas, econômicas, psicossociais e comportamentais.

O projeto, que foi aprovado pela Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq), é desenvolvido por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF). Uma equipe formada por profissionais de saúde com experiência na temática realizará entrevista e coleta de dados, com caráter sigiloso. A coordenadora Ana Cristina destacou a necessidade da ação, que considera as mudanças sociais trazidas com o isolamento social e o distanciamento físico.

“O estudo tem uma importância social. Por meio dele, nós poderemos identificar, por exemplo, aquelas pessoas assintomáticas quanto às infecções sexualmente transmissíveis. A partir desse reconhecimento as pessoas serão encaminhadas para tratamento. É uma forma de contribuir com o rastreio e a prevenção dessas infecções entre os jovens”, explicou a coordenadora do projeto.

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