Coronavírus

Cidades Porto Alegre quer 'preservar vidas, empregos e atividades' da covid-19

Porto Alegre quer 'preservar vidas, empregos e atividades' da covid-19

Novas regras de enfrentamento da pandemia anunciadas pelo prefeito Sebastião Melo (MDB) valem a partir desta 2ª feira (4)

  • Cidades | Do R7

Resumindo a Notícia

  • Prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), fala em regras mais "flexíveis e estáveis"
  • Decreto fala em "preservar vidas, mas, também, os empregos e as atividades da cidade"
  • Tempo de duração de missas e cultos foi ampliado pelo decreto
  • Funcionamento de bares, restaurantes, shoppings e comercios de rua também será beneficiado
Prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), tomou posse no dia 1º de janeiro

Prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), tomou posse no dia 1º de janeiro

Donaldo Hadlich/Código 19/Folhapress - 29.11.2020

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), anunciou nesta segunda-feira (4) a entrada em vigor de novas regras para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus com o objetivo de "preservar vidas mas, também, os empregos e as atividades da cidade."

O decreto municipal amplia o tempo de duração de missas, cultos, expande o horário de funcionamento de restaurantes, bares, lanchonetes, shoppings (até às 23h) e não limita capacidade de ocupação do comércio de rua — como farmácia e mercados. "Teremos regras mais previsíveis e estáveis, com segurança jurídica", frisou Sebastião Melo em postagem nas redes sociais da Prefeitura de Porto Alegre.

No entanto, a realização de eventos em locais fechados continua proibida. Para minimizar os prejuízos do setor, apontado como um dos mais prejudicados pela pandemia pelo prefeito porto-alegrense, será aberta a possibilidade de liberação em casos excepcionais. A análise dos pedidos deve ser feita em, no máximo, sete dias.

Repercussão

O anúncio das novas medidas do governo municipal para combater a disseminação do vírus na capital gaúcha gerou polêmica na web. Muitos internautas criticaram a liberação de alguns serviços na cidade sob o argumento de proteger a economia local, enquanto outros concordaram com as determinações da nova gestão.

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