Novo Coronavírus

Rio de Janeiro Justiça itinerante no RJ mantém serviço durante quarentena

Justiça itinerante no RJ mantém serviço durante quarentena

Equipe realiza atendimentos por telefone, via redirecionamento de chamadas, e também presta auxílio por e-mail

Rodrigo Pimentel, do projeto Justiça Itinerante

Rodrigo Pimentel, do projeto Justiça Itinerante

Divulgação/TJ-RJ

O Programa Justiça Itinerante continua sendo realizado mesmo no período de quarentena, no Rio de Janeiro. Ainda que o ônibus não esteja nas ruas, visitando os bairros, o trabalho segue. Desde o início do período de confinamento, mais de 200 atendimentos por telefone foram realizados, além de pelo menos outros 50 por e-mail.

A quarenta no estado vai pelo menos até o dia 13 de abril, mas a expectativa é que ela continue por pelo menos outros 15 dias, o que poderá ser anunciado após o feriado da Páscoa pelo governador Wilson Witzel.

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O chefe de serviço da Divisão de Justiça Itinerante e Acesso à Justiça, Rodrigo Pimentel, afirma que a forma de continuar o atendimento do programa através do número fixo foi resolvida com a adoção do sistema Siga-me, que permite o redirecionamento de chamadas. Dessa forma, as ligações foram direcionadas para o seu celular e para o da diretora da Justiça Itinerante, Marinete Tani, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

De acordo com ele, outros colegas respondem aos e-mails enviados para tirar dúvidas ou em busca de informações. Já alguns integrantes do programa se dedicam à leitura do Diário da Justiça Eletrônico. O trabalho administrativo é compartilhado entre todos.

"Apesar de os ônibus estarem momentaneamente parados, o serviço interno está funcionado normalmente e todos os cartórios das 26 itinerantes espalhadas pelo estado estão trabalhando de forma similar à nossa aqui na direção, no sentido de prestar informações por telefone e e-mail para as populações de cada localidade atendida pelo projeto", afirma Rodrigo.

Entre as dúvidas que chegaram ao chefe de serviço, está a de uma moradora de Realengo, na Zona Oeste do Rio. Ela ligou querendo saber o que precisava levar ao ônibus da Justiça Itinerante para fazer o seu divórcio. Recebeu as informações sobre os documentos e revelou que não vê a hora de o posto itinerante voltar a funcionar.

O uso da tecnologia também favorece o andamento do projeto  por meio de recursos de vídeo, como ligações via Skype.

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