Cidades Tecnologia e ciência: soluções durante a Covid-19

Tecnologia e ciência: soluções durante a Covid-19

Conteúdo patrocinado. Na pandemia da Covid-19, tecnologia e ciência espelham um futuro

Portal Correio

Conteúdo patrocinado. Na pandemia da Covid-19, tecnologia e ciência espelham um futuro que foi acelerado e têm um papel central nas decisões estratégicas desse período. Elas trazem soluções tecnológicas que mapeiam o aumento da doença, realizam previsões, tratamento, diagnóstico e produzem medicamentos e vacinas. Assim, uma das preocupações atuais é a inovação tecnológica na saúde.

Coordenador dos cursos de TI do Unipê, o Prof. Dr. Felipe Soares exemplifica: startups dão soluções para atividades médicas e atuam para melhorar processos de gestão da saúde, atendimento remoto, agilidade na entrega de diagnósticos, melhoria da qualidade de vida, tratamento da saúde mental, conscientização em saúde, medicina esportiva e personalizada, saúde nutricional, entre outras.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu o uso da telemedicina no Brasil enquanto durar a pandemia.“A Startup iMedicina lançou um módulo que suporta essa necessidade e está oferecendo esse serviço tecnológico aos médicos do país”, diz Felipe. Para ele, o cenário indica uma tendência de transformação digital aplicada à prática médica, em especial na interação com pessoas que estão sem o contato médico presencial.

Na pandemia, a tecnologia é relevante ainda em outro aspecto: ao aproximar pessoas com ferramentas para interações pessoais ou profissionais.“Para se ter uma noção, o aplicativo Zoom cresceu 169%, chega a 300 milhões de usuários, tem receita recorde e, hoje, já vale mais que a Petrobrás”, analisa Felipe.

Um exemplo do uso dessas aplicações ocorre no curso de Fisioterapia do Unipê. Alunos e docentes atuam para melhorar a condição de saúde de idosos que precisam ficar em casa ao promover exercícios que minimizam a inatividade e os mantêm ativos. Deles, oito eram atendidos na Clínica-Escola do Unipê, na disciplina Saúde do Idosos, e 14 no Centro de Convivência da Pessoa Idosa de Cabedelo, por meio do Estágio Supervisionado I. São 78 estudantes do 7º período, com mais seis professores, que os atendem remotamente. Em grupos de cinco alunos, um professor e um idoso, vídeo-chamadas são feitas com eles e seus familiares.

Rachel Fonseca, uma das docentes participantes,diz que o objetivo é “facilitar a comunicação com o grupo de idosos e estimular o envelhecimento ativo com orientações simples quanto a importância de continuar os exercícios físicos em casa, mantendo sua funcionalidade e melhorando sua qualidade de vida por meio da liberação de endorfinas que favorecem a sensação de bem-estar e disposição.”

Para Rachel, além das atividades remotas com os profissionais de saúde, há outros benefícios das tecnologias: a aproximação com familiares, amigos e grupos sociais; inclusão social com vários atores do seu convívio; diminuição de sensação de “estar sozinho”; acesso às informações de saúde, política, educação, lazer, esporte, dentre outros.

A relação entre saúde e tecnologia pode ser notada ainda no uso da Inteligência Artificial e sua geração de algoritmos inteligentes e na Ciência de Dados em Saúde. Para Felipe, estamos na iminência de uma nova revolução industrial e, futuramente, a variável “pandemia” será vinculada nas propostas de valor e modelos dos negócios.

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