Cidades UTI de hospital da PB não funciona por falta de profissionais; SES diz que prepara seleção

UTI de hospital da PB não funciona por falta de profissionais; SES diz que prepara seleção

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Picuí, no interior da Paraíba, está sem funcionar porque não tem profissionais. O local já possui estrutura física e os equipamentos necessários. A situação foi constatada durante fiscalização do Conselho Regional de Medicina (CRM-PB), na manhã desta terça-feira (4). “O hospital funciona de forma muito […]

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UTI está equipada, mas não tem profissionais (Foto: Divulgação/CRM-PB)

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Picuí, no interior da Paraíba, está sem funcionar porque não tem profissionais. O local já possui estrutura física e os equipamentos necessários. A situação foi constatada durante fiscalização do Conselho Regional de Medicina (CRM-PB), na manhã desta terça-feira (4).

“O hospital funciona de forma muito organizada. Com a inauguração da UTI, a unidade poderia atender 12 municípios da região, cerca de 100 mil habitantes. Já há estrutura e equipamentos, mas faltam recursos humanos e recursos financeiros garantidos para a manutenção da UTI”, destacou o diretor de fiscalização do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza.

Ele afirmou que na UTI há macas elétricas, ventiladores em quantidade suficiente, gás canalizado, bombas de infusão, carros de emergência e parada cardíaca, faltando apenas gasômetro, medicações específicas e a contratação de pessoal.

O diretor de fiscalização afirmou também que outro ponto de inconformidade no hospital é a Central de Materiais de Esterilização (CME).

“Também já existe uma estrutura física montada, porém não está em funcionamento por falta de instalação elétrica e de esgoto. Com a CME em funcionamento, o hospital poderia aumentar a sua capacidade de procedimentos”, disse Bruno Leandro.

“Observamos que a direção geral e técnica do hospital tem trabalhado para manter a unidade funcionando de forma adequada. Seria importante essa contrapartida da gestão estadual para inaugurar a UTI e a CME o mais breve possível”, completou. 

Segundo a fiscalização, o hospital funciona de forma organizada, com fluxo bidirecional bem definido para pacientes com suspeita de covid-19, com quantidade suficiente de EPIs, medicamentos e insumos, e realiza cerca de 50 partos por mês.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), que administra o hospital, informou ao Portal Correio que há um edital em andamento para a seleção de profissionais e que deverá ser publicado em poucos dias.

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