Cidades Vendas do varejo paraibano crescem pelo terceiro mês seguido

Vendas do varejo paraibano crescem pelo terceiro mês seguido

O volume de vendas do varejo paraibano cresceu pelo terceiro mês consecutivo. Em maio, a expansão do comércio foi de 13,5% sobre igual mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasiliero de Geografia e Estatística (IBGE). Os meses de março (1,5%) e abril (19,2%) também registraram crescimento […]

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Foto: Divulgação/CDL

O volume de vendas do varejo paraibano cresceu pelo terceiro mês consecutivo. Em maio, a expansão do comércio foi de 13,5% sobre igual mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasiliero de Geografia e Estatística (IBGE). Os meses de março (1,5%) e abril (19,2%) também registraram crescimento do varejo no comparativo com o ano passado. No acumulado de janeiro a maio, o índice apresenta alta de 2,6%.

O comércio varejista ampliado da Paraíba, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material e construção, também cresceu no trimestre (de março a maio) com taxas expressivas sobre o período de 2020: março (12%); abril (48,7%) e maio (23,2%), apresentando um crescimento de janeiro a maio de 12,7% sobre igual período do ano passado. 

O gerente da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), Cristiano Santos, explica que os números positivos expressivos aparecem devido à base de comparação baixa do ano passado.

“Foi um crescimento grande percentualmente, mas temos que ver que a base de comparação foi muito baixa. Se observamos apenas o indicador mensal, temos um cenário de crescimento, mas ao olhar para os outros indicadores, como a comparação com o mesmo mês do ano anterior, vemos que o cenário é de queda”, analisa.

O resultado positivo atingiu sete das oito atividades investigadas, com destaque para os setores de tecidos, vestuário e calçados, outros artigos de uso pessoal e doméstico e livros, jornais, revistas e papelaria (59,4%), com resultados positivos em 26 das 27 unidades da Federação.Segundo ainda a pesquisa do IBGE, houve perda de ritmo dos impactos do isolamento social no comércio. De todas as empresas coletadas pela pesquisa, 18,1% relataram impacto do isolamento em suas receitas em maio. Em abril, esse número era 28,1%, o maior percentual desde o início da pandemia. Com isso, há a indicação de crescimento nas atividades de várias empresas.“

A massa salarial teve uma queda de 7,3 bilhões no último trimestre, como apontou a PNAD Contínua, mas em maio também teve uma parcela do 13º salário dos aposentados e o auxílio emergencial, que já estava na sua segunda edição, benefícios que a massa de rendimento não engloba. Então muitos fatores colaboram para esse crescimento, como o próprio aumento das atividades. De alguma maneira, houve algum impacto na abertura dessas lojas físicas e também uma acomodação no modo diferente de trabalhar, como as entregas, por exemplo”, comenta o gerente Cristiano Santos.

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