Notícias Correção: Nova classificação do Plano SP vale a partir da segunda-feira, 11

Correção: Nova classificação do Plano SP vale a partir da segunda-feira, 11

Agência Estado
A nota enviada anteriormente continha uma incorreção no título e no texto. Trazia data incorreta para a entrada em vigor da nova classificação de quarentena das regiões no Plano São Paulo. As mudanças de fase valem a partir da próxima segunda-feira, 11, e não no dia 9, como constou. Segue a nota com título e textos corrigidos.

A secretária estadual de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, anunciou nesta sexta-feira, 8, nova classificação do Plano São Paulo de quarentena heterogênea para conter a propagação do novo coronavírus no Estado. De acordo com classificação válida a partir da próxima segunda-feira, 11, a região de Presidente Prudente evoluiu da fase vermelha para a laranja e as regiões de Marília, Sorocaba e Registro retrocederam da fase amarela para a laranja. As demais permanecem na amarela.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn, o novo plano acontece a despeito do recrudescimento da pandemia "por culpa de poucos, que não respeitaram normas". Ao todo, 10% da população do Estado se encontra na fase laranja e 90% na fase amarela.

Encontram-se na fase laranja, a segunda mais restritiva, as regiões de Presidente Prudente, Marília e Sorocaba por causa da ocupação de leitos de UTI acima de 70% e Registro por conta do número de novos óbitos.

Já na fase amarela, permaneceram as regiões da Região Metropolitana de São Paulo, Araçatuba, Araraquara, Baixada Santista, Barretos, Bauru, Campinas, Franca, Piracicaba, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, e Taubaté.

Não há nenhuma região na fase vermelha, a mais rigorosa, ou na verde, segunda menos restritiva.

Critérios

De acordo com o coordenador do Centro de Contingência do Covid-19 no Estado, Paulo Menezes, as regras para mudança de fase - tanto da fase vermelha para a laranja e da amarela para a verde - passam a ser mais criteriosas, com o endurecimento dos critérios de óbitos e casos por 100 mil habitantes bem como da taxa de ocupação dos leitos de UTI.

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