Embarque para o Entorno não muda

O terminal do Touring, como é conhecido, está servindo como rodoviária para a população do entorno há cinco anos

Jornal de Brasília

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Da Redação
redacao@grupojbr.com

O secretário de Mobilidade Urbana, do Distrito Federal, Valter Casimiro, assegurou que, ao contrário do que foi anunciado pelo próprio Governo, em sua página na Internet, o embarque e desembarque dos passageiros do entorno continuará acontecendo no Terminal Metropolitano do Touring. O secretário anunciou, inclusive, a prorrogação do contrato de aluguel do espaço, por mais seis meses, até março de 2020, pelo valor de R$336.400,00.

O terminal do Touring, como é conhecido, está servindo como rodoviária para a população do entorno há cinco anos. Por lá passam todos os dias 200 mil pessoas. Os usuários reclamam que a estrutura é precária, apontam problemas nos banheiros e falta de acessibilidade. O GDF, que como locatário é responsável pela manutenção do local, garante que esses problemas serão solucionados.

Mudar para a Rodoviária do Plano Piloto o local de embarque e desembarque dos ônibus que fazem as linhas para o entorno do Distrito Federal significa acomodar naquele terminal 800 ônibus, de 10 linhas, com um aumento de circulação de pessoas da ordem de 200 mil passageiros por dia.

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Nós gostaríamos de dar mais conforto aos passageiros do entorno, mas para isso é necessário que seja feito um estudo de viabilidade. É preciso rever a posição das baias da Rodoviária, por exemplo. Assim que os estudos estiverem prontos, a população do entorno será transferida para o local”, explicou o secretário de Mobilidade.

De acordo com Casimiro, mais baias para embarque e desembarque poderão ser oferecidas nos próximos dias com a volta do uso da plataforma superior da Rodoviária do Distrito Federal.

Algumas obras estão sendo feitas na Rodoviária, como a reforma da estrutura da plataforma superior e do teto. As demais mudanças, de acordo com o Secretário, serão feitas após a licitação para a concessão do local, que está na fase de chamamento das empresas interessadas em elaborar o projeto.

Mobilidade

Valter Casimiro também falou sobre as reclamações da população sobre a dificuldade de acesso a alguns pontos do Distrito Federal, como a L4, por exemplo. Por ser uma cidade tombada é difícil fazer a sinalização. Um dos pontos de acesso precário é o entorno da ponte JK, onde está em estudo que tipo de sinalização seria recomendável.