Novo Coronavírus

Economia BC dos EUA vê menor impacto econômico em nova onda da covid

BC dos EUA vê menor impacto econômico em nova onda da covid

Charles Evans diz que continua "razoavelmente otimista" de que o desemprego recuará para 5,5% nos Estados Unidos até o fim de 2021

Reuters
"Nova onda teria que ser ainda pior do que temos visto"

"Nova onda teria que ser ainda pior do que temos visto"

Pixabay

O presidente do Fed (Federal Reserve) de Chicago, braço do Banco Central dos Estados Unidos, Charles Evans, afirmou nesta terça-feira (20) não achar que a nova onda de infecções pela covid-19 afetará a economia tanto quanto ele poderia ter estimado no início da pandemia e que continua "razoavelmente otimista" de que o desemprego recuará para 5,5% até o fim do próximo ano.

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"De certa forma, eu dou menos importância às consequências econômicas adversas de uma segunda ou terceira onda com base na experiência que temos visto — então (uma nova onda) teria que ser ainda pior do que temos visto", disse Evans a repórteres após um discurso ao Clube Econômico de Detroit.

"Parece que estamos conseguindo superar isso, não importa o quão adversas e terríveis sejam essas consequências para as famílias, famílias em todo o país."

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