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Economia Caixa anuncia que linha mais barata de crédito imobiliário retorna só em 2018

Caixa anuncia que linha mais barata de crédito imobiliário retorna só em 2018

Modalidade Pro-Cotista estava suspensa, desde junho, por falta de recursos do banco

Caixa anuncia que linha mais barata de crédito imobiliário retorna só em 2018

Caixa: Pro-Cotista não vai voltar em 2017

Caixa: Pro-Cotista não vai voltar em 2017

Katia Kuwabara/Folhapress

A CEF (Caixa Econômica Federal) informou nesta sexta-feira (7) que a linha Pro-Cotista, o crédito imobiliário mais barato do mercado, que perde apenas para o Minha Casa Minha Vida, só voltará a ser oferecida em 2018.

Desde junho, a modalidade de financiamento imobiliário está suspensa. Na ocasião, o motivo foi "o comprometimento total do orçamento disponibilizado pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para o exercício de 2017".

Em nota, o banco explicou que "os recursos disponibilizados para a referida linha já foram utilizados" e disse que, "nos primeiros 6 meses desse ano, foram emprestados mais que todo ano de 2015". Em 2017, de acordo com a instituição, havia um orçamento previsto "de R$ 84 bilhões para toda a carteira imobiliária, sendo R$ 6,1 bilhões para a linha pró-cotista".

Segundo a Caixa, "no ano de 2016, os valores financiados pela linha pro-cotista totalizam cerca de R$ 5,5 bilhões, o que equivale a 6,6% do total de R$ 83,2 bilhões contratado pela CAIXA em todas modalidades de financiamento habitacional".

Para ter direito à linha Pro-Cotista, o interessado:

1. precisa ter contribuído com o FGTS por pelo menos três anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes;

2. não deve possuir financiamento habitacional ativo nas condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH);

3. não pode ser proprietário, cessionário, arrendatário ou promitente comprador de imóvel residencial urbano concluído ou em construção situado no município onde exerce sua ocupação principal, nos municípios limítrofes e na região metropolitana ou no atual município de residência;

4. precisa ter contrato de trabalho ativo sob regime do FGTS ou saldo em Conta Vinculada do Fundo, na data de concessão do financiamento, correspondente a, no mínimo, 10% do valor do imóvel.