Greve dos Caminhoneiros

Economia Caminhões: governo diz que não há greve e denuncia vandalismo 

Caminhões: governo diz que não há greve e denuncia vandalismo 

Nota das 9h afirma que protesto foi dispersado pela PM no porto de Santos, onde "criminosos" jogaram pedras em veículos

  • Economia | Do R7

Polícia registra atos de vandalismo perto do porto de Santos, em São Paulo

Polícia registra atos de vandalismo perto do porto de Santos, em São Paulo

Ministério da Infraestrutura

O Ministério da Infraestrutura, em boletim das 9h desta segunda-feira (1º), declarou que o país continua sem registrar ocorrência de bloqueio em rodovias federais ou pontos logísticos. A nota das 7h tinha a mesma informação. 

A Pasta usou informações enviadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Segundo o ministério, aconteceram atos de vandalismo durante a madrugada, após a dispersão de manifestantes pela Polícia Militar de São Paulo no acesso ao porto de Santos.

"Criminosos lançaram pedras em veículos que transitavam e danificaram um carro-guincho da concessionária Ecovias."

Ainda segundo a nota, "a Polícia Rodoviária Federal fez a escolta de cerca de 25 caminhões durante a noite, evitando qualquer retenção na via". O trânsito no local segue sem problemas, diz a Pasta.

Além de tentarem bloquear o acesso ao porto de Santos, manifestantes se reuniram para fechar uma rodovia no Espírito Santo, sem sucesso.

Às 9h36, A CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística) divulgou em seu Twitter que o porto de Santos está parado. A entidade também postou um vídeo de um protesto em Ijuí, no Rio Grande do Sul.

Os protestos foram organizados por CNTTL, CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas), Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores) e Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira).

Os grupos planejavam se manifestar contra a política de preço de paridade de importação (PPI), adotada pela Petrobras, e propõem a política de preço de paridade de exportação (PPE), baseada exclusivamente em custos nacionais.

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