Reforma da Previdência
Economia Centrais sindicais convocam mobilização contra reforma 

Centrais sindicais convocam mobilização contra reforma 

CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, CGTB, NCST, Intersindical Luta e Organização e CSP-Conlutas estão mobilizadas para o evento

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Mobilização está marcada para o próximo dia 22

Mobilização está marcada para o próximo dia 22

Folhapress

As centrais sindicais estão convocando os trabalhadores de várias categorias para mobilização na sexta-feira da semana que vem (22) em protesto contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro

Segundo a FUP (Federação Nacional dos Petroleiros), estão mobilizadas para o evento a CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, CTB (Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), UGT (União Geral dos Trabalhadores), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB (Central Geral de Trabalhadores do Brasil) e NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores).

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"Além das centrais sindicais, movimentos populares, estudantis, dos aposentados, de mulheres, entre várias outras organizações sociais, devem tomar as ruas do País nesse dia, em defesa da aposentadoria e dos direitos da classe trabalhadora", disse a FUP em nota no seu site.

De acordo com a FUP, a mobilização do dia 22 será um ensaio para uma parada maior, programada para junho. "É um aquecimento rumo a uma greve geral contra a Proposta de Emenda à Constituição 06/2019, que acaba com os principais direitos previdenciários do povo brasileiro", critica a FUP, destacando que a proposta do atual governo é pior que a do governo passado, que foi derrubada pelos trabalhadores, após uma greve em abril de 2017, que protestava também pela reforma trabalhista, que, no entanto, foi aprovada.

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Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se "votar, não volta", afirma a FUP em seu site.