Economize 70% dos trabalhadores gastam mais com alimentação na pandemia

70% dos trabalhadores gastam mais com alimentação na pandemia

Quase 27% dos entrevistados revelaram um acréscimo de mais de 50% no gasto mensal com a compra de mantimentos

Para 26,5%, houve um acréscimo de mais de 50% no gasto mensal de mantimentos

Para 26,5%, houve um acréscimo de mais de 50% no gasto mensal de mantimentos

Tânia Rêgo /Agência Brasil

Entre as mudanças nos hábitos dos brasileiros desde o início da pandemia está a alimentação. Para os trabalhadores, 70% afirmam que a principal alteração foi o aumento dos gastos mensais com a compra de alimentos. É o que revela pesquisa realizada pela Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred, com mil entrevistados.

Para 26,5%, houve um acréscimo de mais de 50% no gasto mensal com a compra de mantimentos, enquanto 28% disseram que sentiram um aumento de 10% a 30%, e 25% observaram uma alta de 30% a 50%.

Cerca de 10% dos participantes disseram que o gasto continua igual e apenas 3% revelaram que ele diminuiu. “O trabalho remoto ainda é privilégio de uma pequena parcela dos trabalhadores brasileiros, mas não podemos ignorar as novas necessidades dos que tiveram sua rotina modificada. O aumento de gastos com compras de mantimentos é uma delas”, comenta Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

Sobre a frequência com que realizam compras no mercado (ou quitandas, açougues, peixarias, supermercados, sacolão, entre outros), 39% responderam que vão pelo menos uma vez por semana ao estabelecimento, 22% duas vezes ao mês e 19% frequentam três ou mais vezes por semana.

O uso do cartão alimentação se destaca entre as formas de pagamento nesses estabelecimentos, com 69% de utilização em pagamentos presenciais ou pagamentos online. Os cartões de crédito e débito são usados em 27% e 26% das vezes, respectivamente. Já o dinheiro é a preferência em 11% das compras feitas pelos entrevistados.

Segundo a empresa, houve um crescimento de 9,1% no volume de transações da solução no 1º trimestre do ano em comparação ao mesmo período de 2020.

Entre os estabelecimentos em que o benefício mais foi utilizado, estão os atacadistas (24%), hortifrutis (20%), minimercados (14%), supermercados/hipermercados (13%) e açougues (12%).

Já os pedidos de comida em restaurantes seguem na rotina de parte dos trabalhadores: 62% dos participantes da pesquisa continuaram realizando pedidos durante a pandemia, mesmo que não diariamente. Quando pedem as refeições em restaurantes, a forma de pagamento mais utilizada, segundo 40% das pessoas, é o cartão refeição para pagamento manual.

Já 30% preferem utilizar o cartão de crédito, 21% o cartão refeição para pagamento online, 29% recorrem ao cartão de débito e 14% utilizam dinheiro em espécie.

“A pandemia mudou os hábitos de refeição dos trabalhadores brasileiros, mas os benefícios de alimentação e refeição continuam sendo fundamentais para 70% dos respondentes, que afirmaram que os benefícios oferecidos pela empresa neste cenário contribuem para o aumento de seu poder de compra durante a pandemia”, finaliza Gomes

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