Economize Confira 10 dicas de especialistas para começar a investir em 2021

Confira 10 dicas de especialistas para começar a investir em 2021

Tesouro Selic, fundos e ações são algumas opções de investimentos. Perfil e situação financeira pesam na avaliação

  • Economize | Márcia Rodrigues, do R7

Antes de começar a investir é preciso estar com as contas em dia

Antes de começar a investir é preciso estar com as contas em dia

Pixabay

Todo fim de ano nós fazemos uma série de resoluções para colocarmos em prática nos próximos 365 dias. Uma delas, na maioria dos casos, é guardar mais dinheiro e planejar a vida financeira no futuro.

O R7 Economize ouviu especialistas para te ajudar a cumprir essa meta sem sofrer e terminar 2021 com dinheiro em caixa.

Acompanhe as dicas de Paula Zogbi, especialista da Rico Investimentos, e da educadora financeira Teresa Tayra.

1) Antes de pensar em investir é preciso organizar a sua vida financeira. Você tem dívida? Gasta mais do que ganha? Se esse for o seu caso, mapeie o seu orçamento para cortar gastos supérfluos e negocie suas dívidas. Os juros de um empréstimo pessoal, do cheque especial e do cartão de crédito são maiores do que o que você ganhará com um investimento;

2) Feita a primeira lição, é hora de saber se você tem uma reserva de emergência. O ideal, segundo as especialistas, é ter um dinheiro suficiente para manter as contas fixas (água, luz, aluguel, condomínio etc.) de seis a 12 meses sem renda, caso aconteça algum imprevisto. As melhores opções para esse tipo de investimento são: Tesouro Selic, CDB ou fundo DI (taxa zero);

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3) Sem dívidas e com uma reserva garantida, é hora de conhecer o seu perfil investidor: moderado, arrojado ou agressivo. Isso é fundamental para se saber quais são as aplicações mais indicadas para você.

4) Com a reserva de emergência garantida e seu perfil definido, você pode começar a diversificar seus investimentos e aumentar seu rendimento. Se você tem pouco dinheiro para começar sua carteira, o ideal é optar por fundos de investimentos diversificados. “A partir de R$ 100 dá para escolher um fundo. A modalidade também é indicada para quem desconhece o mercado financeiro ou não tem tempo para acompanhar”, diz Paula.

5) Se o investidor tem mais dinheiro e tempo para acompanhar o sobe e desce da bolsa de valores e, o principal, gosta de se arriscar, pode começar a estudar o desempenho das companhias e investir em ações. Esse tipo de investimento exige a abertura de uma conta em uma corretora.

6) Se você é conservador e não tem fôlego para ver seu dinheiro subir e descer conforme a oscilação do mercado, a solução é ficar na renda fixa.

7) Quem optar por renda fixa deve se atentar aos prazos dos títulos e outros investimentos da modalidade. Nesse caso, é fundamental identificar o momento da sua vida. Há papéis que vencem daqui a 5 anos ou 10 anos. Veja quando você precisará do dinheiro e procure produtos equivalente.

8) Os fundos multimercados, por exemplo, têm opção de aplicações para quem pode manter o dinheiro lá por pelo menos 3 anos. Já os fundos de ações ou ações são aconselhados para quem pode ficar 5 anos com aquele investimento;

  9) A aposentadoria – nosso famoso pé de meia – exige a escolha de investimentos que protejam seu dinheiro da inflação: fundos de previdência, tesouro IPCA+ ou outros títulos que têm IPCA+.

10) Conhecendo o produto que está investindo e sendo este de acordo com o seu perfil, não se deixe levar pelos momentos negativos do mercado. “2020 por exemplo foi prova disso”, lembra Paula.

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