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Economia Pedidos de seguro-desemprego têm redução de 8,8% em julho

Pedidos de seguro-desemprego têm redução de 8,8% em julho

Comparação é com o mesmo mês no ano passado. Em relação a junho de 2020, houve queda de 12,7%, segundo o Ministério da Economia

  • Economia | Do R7

Carteira de trabalho; pedidos de seguro-desemprego caíram em julho

Carteira de trabalho; pedidos de seguro-desemprego caíram em julho

Lidianne Andrade/MyPhoto Press/Folhapress - 15.06.2020

As solicitações de seguro-desemprego por trabalhadores formais demitidos caíram 8,8% em julho em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (6) pelo Ministério da Economia. 

Foram 570.543 solicitações, menos que as 625.605 de julho de 2019. Na comparação com junho deste ano (653.174), houve retração de 12,7%.

Veja o passo a passo para pedir e receber o seguro-desemprego

No ano, o balanço ainda é de aumento dos pedidos de seguro-desemprego, em razão da crise econômica trazida pela pandemia de covid-19. No acumulado de janeiro até julho, foram contabilizados 4.521.163 pedidos de seguro-desemprego, 11,1% em mais que o acumulado no mesmo período de 2019 (4.068.385).

O governo ainda assim considera os números positivos e que as políticas para manutenção de emprego foram bem sucedidas. A principal delas foi é o Programa para Manutenção do Emprego e da Renda, que concede um benefício emergencial a trabalhadores que fazem acordos com seus patrões para suspensão de contrato ou redução de salário. 

Perfil

Do total de pedidos feitos em julho, 377.864 (66,2%) foram realizados via web, seja por meio do portal gov.br ou por meio da Carteira de Trabalho Digital. Os três estados com maior número de requerimentos foram São Paulo (177.305), Minas Gerais (62.274) e Rio de Janeiro (47.075).

Sobre o perfil dos solicitantes, 39,3% eram mulheres e 60,7% homens. A faixa etária que concentrava a maior proporção de requerentes era de 30 a 39 anos, com 32,8%. Em termos de escolaridade, 59,6% tinham ensino médio completo.

Em relação aos setores econômicos, os pedidos estiveram distribuídos entre serviços (43,3%), comércio (25,7%), indústria (16,1%), construção (10,5%) e agropecuária (4,3%).

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