Coronavírus

Educação Ministérios devem elaborar protocolo para aulas presenciais

Ministérios devem elaborar protocolo para aulas presenciais

Saúde e Educação devem publicar portaria em conjunto na próxima semana de acordo com os ministros Queiroga e Ribeiro

  • Educação | Karla Dunder, do R7 com Record TV

Marcelo Queirogo (Saúde) e Milton Ribeiro (Educação) anunciam protocolo sanitário para volta às aulas

Marcelo Queirogo (Saúde) e Milton Ribeiro (Educação) anunciam protocolo sanitário para volta às aulas

Twitter/Rreprodução

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, após reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou sobre a elaboração de um protocolo para o retorno às aulas presenciais. Os ministros se encontraram na manhã desta quinta-feira (8) após reunião sobre residências médicas.

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Em conversa com os jornalistas, Ribeiro e Queiroga falaram sobre a criação do protocolo que será publicado, na próxima semana, por meio de uma portaria interministerial. "O presidente pediu que os ministérios trabalhem de forma integrada, para o retorno seguro às aulas o ministério da Saúde vai criar um protocolo em conjunto e estabelecendo regras para a retomada das atividades presenciais nas escolas", afirmou Queiroga. 

Queiroga afirmou "que há um consenso" entre especialistas de que não é necessário vacinar crianças e adolescentes para que o retorno às aulas presenciais seja realizado de forma segura. "Muitos alunos vão se alimentar na escola, não à toa temos o apoio do Unicef (Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância) para isso."

Já Milton Ribeiro fez um apelo aos profissionais da educação: "precisamos retornar às aulas presenciais, as crianças estão sofrendo e não cabe ao ministro da saúde determinar isso", disse. "Agora chegou ao limite, nós somos o último país com escolas fechadas, a perda é acadêmica, emocional e pode ser considerada até nutricional para muitas crianças de escolas públicas." Ainda segundo o ministro, o MEC (Ministério da Educação) não tem poder para exigir o retorno, essa decisão cabe aos estados e municípios.

O ministro também destacou que o retorno deve ser realizado seguindo cuidados sanitários como distanciamento social, máscaras, ensino híbrido e com higienização.

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