Profissionais das Etecs e Fatecs dão início a greve sanitária

Sindicato orienta que atividades permaneçam no formato online até que a pandemia de covid-19 esteja controlada

  • Educação | Isabelle Gandolphi, da Agência Record

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Profissionais das Fatecs e Etecs começam nesta segunda uma greve sanitária
Divulgação/ Centro Paula Souza

O Sinteps (Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza), que representa os professores e funcionários das Etecs (Escolas Técnicas) e Fatecs (Faculdades de Tecnologia), começou nesta segunda-feira (2) uma greve sanitária, que não prevê a suspensão do trabalho, mas a continuidade no formato remoto.

De acordo com nota do sindicato, a greve sanitária deve permanecer "enquanto a pandemia de covid-19 estiver fora de controle".

A decisão pela greve foi tomada após determinação da Superintendência do Centro Paula Souza, de retornar às aulas presenciais a partir desta segunda-feira. De acordo com o Sinteps, "o fato gerou indignação e insegurança na maioria dos trabalhadores e estudantes."

Para a presidente do Sinteps, Silvia Elena de Lima, "em agosto, a variante Delta deve estar mais disseminada ainda", alerta. "Ainda que os números de óbitos e casos tenha caído um pouco nas últimas semanas, o espalhamento desta cepa, que é mais contagiosa que as anteriores, mantém a pandemia fora de controle."

O vice-presidente do Sinteps, Renato de Menezes Quintino, lembra que a movimentação de trabalhadores e estudantes, em boa parte por meio dos transportes coletivos, é fator de alto risco.

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O Sinteps reivindica a manutenção do ensino remoto, na forma como vem sendo ministrado desde o início das medidas de isolamento social, até que haja condições seguras para o retorno.

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