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Chalita diz que apoio de Serra no 2º turno seria ‘bem-vindo’

Candidato volta a citar pesquisas como indicativo de que chega próximo dos três primeiros concorrentes no domingo

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Em caminhada na região da Praça da Sé, Chalita voltou a mostrar otimismo com a subida de sua candidatura nas pesquisas (foto: Márcio Fernandes/Estadão)

O candidato a prefeito de São Paulo, Gabriel Chalita (PMDB), ironizou nesta quinta-feira (4), em caminhada pela região da Praça da Sé, no marco zero da cidade, a possibilidade de oferecer apoio ao rival José Serra (PSDB) em um eventual segundo turno. Perguntado se acompanharia a candidatura do tucano, o peemedebista reverteu a situação e insinuou, quase em tom de piada, que receberia de bom grado o apoio do adversário caso ele siga para o segundo turno.

— Ele me apoiar no segundo turno? Seria bem-vindo.

Segundo pesquisa Datafolha/Folha de S. Paulo/TV Globo, Chalita continua em quarto lugar na preferência do eleitor, com 11%  das intenções de voto.  Celso Russomanno (PRB) se mantém na liderança, com 25%; Serra tem 23% e Fernando Haddad (PT) te 19%.

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Chalita fez corpo a corpo com eleitores na região central da cidade. Antes da caminhada, participou de uma missa na igreja de São Francisco, no Largo São Francisco, próximo da faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo).

O candidato voltou a falar que está convicto de sua ida ao segundo turno das eleições e repetiu o discurso de ser a única candidatura capaz de derrotar o atual líder nas pesquisas de intenção de voto, Celso Russomanno (PRB).

— Acho que a minha vantagem no segundo turno é aquilo que eu faei um pouco nos programas eleitorais. Se for o Russomanno para o segundo turno, eu tenho condições de ir para os dois lados. As pesquisas mostram [...] que com a rejeição que tem, o Serra não ganha nem do Russomanno nem do Haddad. O candidato mais rejeitado é o que tem maiores dificuldades no segundo turno. Eu sou o candidato que tem a menor rejeição.

O candidato aposta ainda no bom relacionamento que defende ter com os governos federal e estadual e que poderiam fazer diferença para o eleitor no segundo turno das eleições municipais.

— Nossa vantagem é que, independentemente do outro [candidadto] no segundo turno, é a candidatura que mais une as pessoas.

Chalita citou novamente dados colhidos em pesquisas internas, em que ele apareceria próximo aos candidatos Serra e Haddad. O peemedebista retomou o discursso de possibilidade de um empate técnico entre os quatro primeiros postulantes à Prefeitura de São Paulo e que, se este cenário se confirmar, a vantagem estaria ao lado de sua candidatura.

— A vantagem é nossa porque a gente vem baixo, subindo. É a história da [eleição] da Erundina. Quem está embaixo começa a subir na última semana, a tendênia é que essa pessoa esteja lá. E quem está caindo, a tendência é cair, não dá tempo de segurar essa queda.