Hora 7 Raio-X chocante mostra serpente de espécie invasora engolida inteira por cobra faminta

Raio-X chocante mostra serpente de espécie invasora engolida inteira por cobra faminta

Animal foi localizado após cientistas perderem cobra com rastreador e descobrirem que ela virou almoço de colega da natureza

Resumindo a Notícia

  • Cientistas dos EUA revelaram como uma cobra invasora virou almoço de outra cobra
  • Pesquisadores de Miami colocaram transmissor de rastreamento em píton
  • Após sumiço dela, foram investigar o que aconteceu
  • E descobriram que uma mocassim d'água havia engolido o píton e o transmissor dentro dela
Nem espécies invasoras têm vida fácil na Flórida

Nem espécies invasoras têm vida fácil na Flórida

Reprodução/Facebook/Zoo Miami

Cientistas de um zoológico dos Estados Unidos mostraram, bastante chocados, um raio-X que revelou o destino de um cobra temida de uma espécie invasora que estava desaparecida: ela foi engolida por uma cobra ainda maior e mais faminta.

A imagem foi publicada pelo perfil do Zoológico de Miami, onde pesquisadores investigavam uma outra estranha interação de animais na região.

Segundo eles, tudo começou quando linces foram vistos comendo ovos de exemplares de píton-birmanesa na região pantanosa dos Everglades.

A cobra é de uma espécie invasora e perigosa, e identificar exemplares nativos começando a se adaptar à presença delas é uma boa notícia de equilíbrio para o ecossistema local, apontam os pesquisadores.

Para descobrir como os píton reagiriam, eles colocaram transmissores de rastreamento em algumas cobras da espécie. Como não conseguiam encontrar uma delas, precisaram investigar.

E descobriram que o animal teve o destino nada glorioso de ser engolido por uma Agkistrodon piscivorus, uma cobra semiaquática típica dos EUA e conhecida como mocassim d'água (sem nome exato em português).

"Você pode ver a coluna e o transmissor do píton dentro da mocassim d'água neste raio-x, que foi tirada no hospital veterinário do Zoo Miami", afirmou o post da instituição, no Facebook.

A mocassim tem 1,1 m, segundo os registros do zoológico, enquanto o píton era um pouco menor, com 1 m.

"Olha essa loucura!", disse um comentarista, estupefato, nas respostas da postagem, que fez sucesso na rede social.

Como queriam o transmissor de volta, os cientistas continuaram a rastrear a cobra devoradora, até que ela expeliu o aparelho 25 dias depois, sem precisa de ajuda.

LEIA ABAIXO: Cientistas capturam cobra gigante de 15 metros e batem recorde

Últimas