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Internacional Agência europeia aprova vacina da Moderna contra covid-19

Agência europeia aprova vacina da Moderna contra covid-19

Imunizante se tornou nesta quarta-feira (6) o segundo a receber aprovação da agência reguladora de medicamentos da Europa

  • Internacional | Do R7, com Reuters

Resumindo a Notícia

  • Aprovação da Comissão Europeia é o passo final para a aprovação do medicamento
  • Vacina já foi aprovada também nos EUA, Canadá e Israel
  • Moderna afirmou que seu cenário básico é produzir 600 milhões de doses este ano
  • Objetivo da farmacêutica é construir uma capacidade para potencialmente 1 bilhão de doses
Imunizante apresentou 94,1% de eficácia na prevenção da doença

Imunizante apresentou 94,1% de eficácia na prevenção da doença

Reuters

A vacina contra a covid-19 da Moderna se tornou nesta quarta-feira (6) a segunda a receber aprovação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), com as autoridades acelerando a disponibilização de doses com o objetivo de conter a pandemia em meio às preocupações com novas variantes do vírus.

Com a aprovação pela Comissão Europeia, o passo final para a aprovação do imunizante, que deve acontecer rapidamente, os 27 países da União Europeia estarão aptos a aplicar o medicamento. A vacina já foi aprovada também nos Estados Unidos, Canadá e Israel.

Em um comunicado divulgado pela Moderna na segunda-feira (4), a farmacêutica norte-americana afirmou que seu cenário básico é produzir 600 milhões de doses este ano — anteriormente, estimava 500 milhões. O objetivo, no entanto, é aumentar o investimento a fim de construir uma capacidade para "potencialmente 1 bilhão de doses para 2021".

A empresa projeta que cerca de 100 milhões de doses de seu imunizante contra a covid-19 estejam disponíveis nos EUA até o fim do primeiro trimestre deste ano, com 200 milhões de doses disponíveis, no total, até o fim do segundo trimestre. Cerca de 18 milhões de doses já foram fornecidas ao governo norte-americano até agora.

Segundo um um estudo publicado no último dia 30 por cientistas independentes do New England Journal of Medicine, o medicamento apresentou 94,1% de eficácia na prevenção da doença. Os dados confirmaram as informações da farmacêutica e deram embasamento para a liberação da vacina nos EUA.

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