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Internacional Biden afirma que não assistirá ao julgamento de Trump no Senado

Biden afirma que não assistirá ao julgamento de Trump no Senado

Presidente dos EUA disse que sua prioridade é enfrentar a pandemia de covid-19 e a crise econômica criada por ela

Presidente dos EUA disse que irá priorizar agenda contra covid e crise

Presidente dos EUA disse que irá priorizar agenda contra covid e crise

Pete Marovich / Pool via EFE - EPA - 9.2.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou que não assistirá ao julgamento, no Senado, do impeachment do ex-mandatário Donald Trump, que começou nesta terça-feira (9), por estar concentrado na crise econômica e sanitária provocada pela pandemia de covid-19.

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"Não vou assistir", afirmou Biden aos jornalistas na Casa Branca durante uma reunião com a secretária do Tesouro, Janet Yellen, e líderes empresariais para discutir o plano de estímulo fiscal.

"O meu trabalho é proteger as pessoas. Já perdemos mais de 450 mil pessoas (para a covid-19) e podemos perder muitas mais se não agirmos de forma decisiva. Muitas crianças vão para a cama com fome. Muitas famílias estão em insegurança alimentar. O Senado tem o seu trabalho, e tenho a certeza de que o fará bem", acrescentou.

Plano de recuperação

Biden apresentou um plano de estímulo fiscal de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 10,2 trilhões), que inclui pagamentos diretos em dinheiro para os cidadãos, ajuda às empresas e recursos especiais para a reabertura de escolas e a aceleração da distribuição de vacinas.

Entre os líderes empresariais presentes na reunião estavam Jamie Dimon, diretor executivo do banco de investimento JPMorgan; Doug McMillon, CEO da Walmart, a maior rede de supermercados do mundo; e Tom Donohue, presidente da Câmara de Comércio dos EUA.

Foi iniciado nesta terça-feira o segundo julgamento político contra Trump, o primeiro presidente dos EUA sujeito a tal processo duas vezes e o primeiro a passar por essa situação após deixar o poder.

Trump é acusado de "incitar à insurreição" pela invasão ao Capitólio por parte de seus apoiadores no dia 6 de janeiro, incidente que deixou cinco mortos

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