Internacional Biden condena golpe em Mianmar e ameaça voltar com sanções

Biden condena golpe em Mianmar e ameaça voltar com sanções

Além do presidente dos EUA, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson também falou contra a tomada do poder por militares

  • Internacional | Do R7

Aung San Suu Kyi está entre os líderes civis detidos em Mianmar

Aung San Suu Kyi está entre os líderes civis detidos em Mianmar

Thar Byaw / Reuters - Arquivo

O presidente dos EUA, Joe Biden, condenou nesta segunda-feira (1º) o golpe de Estado que aconteceu em Mianmar. Em um comunicado, ele pediu que os prisioneiros políticos, como a presidente eleita Aang San Suu Kyi, sejam libertados e ameaçou sanções contra os militares que participaram da derrubada do governo.

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"A tomada do poder por militares em Mianmar, a detenção de Aang San Suu Kyi e outros líderes civis e a declaração de um estado de emergência nacional são um ataque direto à transição do país para a democracia e o estado de direito. Em uma democracia, a força nunca deve buscar suplantar a vontade do povo ou tentar apagar o resultado de uma eleição legítima", escreveu Biden.

Ele fez um chamado para que a comunidade internacional "se una para pressionar os militares a renunciarem imediatamente ao poder" e relembrou que os EUA "retiraram diversas sanções durante a última década devido ao progresso rumo à democracia". No entanto, diante do golpe, ele disse que essas posições devem ser revistas.

Johnson também condena golpe

Outro líder mundial a se manifestar contra o golpe foi o primeiro-ministro britânico Boris Johnson. Ele condenou a ação dos militares em um post no Twitter.

"Eu condeno o golpe e a prisão ilegal de civis, incluindo Aung San Suu Kyi, em Mianmar. O voto popular deve ser respeitado e os líderes civis, libertados", escreveu ele.

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