Novo Coronavírus

Internacional Cidade de NY vai multar quem se recusar a usar máscara 

Cidade de NY vai multar quem se recusar a usar máscara 

A taxa de teste positivo de covid-19 diário na cidade foi de 3,25%, de acordo com dados provisórios, a primeira vez que ultrapassou 3% desde junho

O prefeito Bill de Blasio disse que não quer multar, mas o fará se for necessário

O prefeito Bill de Blasio disse que não quer multar, mas o fará se for necessário

Ed Reed / Prefeitura de Nova York via EPA - EFE - 13.4.2020

A cidade de Nova York vai impor multas às pessoas que se recusarem a usar máscara, no momento em que a taxa de testes positivos para o novo coronavírus subiu acima de 3% pela primeira vez em meses, disse o prefeito Bill de Blasio nesta terça-feira.

Além de Nova York, 28 outros Estados estão registrando aumento de novas infecções por coronavírus nas últimas duas semanas, e as hospitalizações por covid-19 aumentaram em vários Estados do Meio-Oeste.

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As autoridades da cidade de Nova York primeiro oferecerão máscaras gratuitas àqueles que não estiverem usando uma proteção facial em público. Se a pessoa se recusar, terá que pagar uma multa, afirmou de Blasio aos repórteres.

"Não queremos multar as pessoas, mas se for necessário, faremos", disse ele. A polícia municipal e autoridades do departamento de saúde, entre outros, farão com que as multas sejam aplicadas, segundo ele.

As multas serão de até 1.000 dólares, embora "a maioria" não ultrapasse 500 dólares, escreveu Mitch Schwartz, porta-voz do prefeito, por e-mail. Ele se recusou a dizer se isso se aplicará também aos policiais da cidade, alguns dos quais podem ser vistos frequentemente sem máscaras, apesar das advertências do prefeito.

Uma política semelhante foi imposta neste mês pela Autoridade de Transporte Metropolitano, controlada pelo Estado, segundo a qual os passageiros que se recusarem a usar máscara no transporte público enfrentam uma multa de 50 dólares.

A taxa de teste positivo de coronavírus diário em toda a cidade foi de 3,25%, de acordo com dados provisórios, a primeira vez que ultrapassou 3% desde junho. Em abril, quando a cidade era o epicentro global da pandemia, mais de 5.000 pessoas apresentavam resultados positivos a cada dia, em comparação com algumas centenas agora, mesmo com os testes sendo mais abrangentes.

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