Equador se aproxima de 92 mil casos e registra 5.897 mortes por covid

Ministério da Saúde equatoriano divulgou que há outros 3.531 óbitos sob investigação, que provavelmente foram causados pelo vírus SARS-CoV

Vendedora informal usa máscara para trabalhar nas ruas de Quito

Vendedora informal usa máscara para trabalhar nas ruas de Quito

José Jácome/ EFE/ 23.07.2020

O número de casos de coronavírus no Equador se aproximou de 92 mil nesta sexta-feira (7), subindo para 91.969 depois que foram notificadas mais 1.432 infecções nas últimas 24 horas, enquanto o número de mortes por covid-19 chegou a 5.897, com mais 20 confirmadas hoje.

As informações são do Ministério da Saúde equatoriano, que divulgou também que há outros 3.531 óbitos sob investigação, que provavelmente foram causados pelo vírus SARS-CoV, mas ainda estão à espera de uma confirmação laboratorial.

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De acordo com estatísticas oficiais, o Equador registrou 59.344 pessoas recuperadas da infecção e 12.119 que receberam altas após terem sido internadas. Por outro lado, ainda há 823 hospitalizadas com prognóstico reservado.

Com base nos testes PCR, Quito continua tendo o maior número de casos, com outros 740 registrados nas últimas 24 horas, atingindo 15.597. Guayaquil, a segunda maior cidade do país, registrou 42 hoje e subiu para 12.172.

Com relação à faixa etária com o maior número de casos confirmados, 59,3% estavam entre pessoas entre 20 e 49 anos de idade, seguidas por aquelas entre 50 e 64 anos de idade, o que representou 21,4%.

Maiores restrições

O Comitê Nacional de Operações de Emergência (COE) emitiu na última quinta-feira 16 regulamentos que são obrigatórios para todo o país, independentemente da cor do semáforo epidemiológico criado para conter o contágio por coronavírus.

Entre eles estão o fechamento das fronteiras terrestres internacionais, a proibição de aulas presenciais em todos os níveis educacionais, o fechamento de bares, casas noturnas e centros de lazer, assim como das instalações infantis. Algumas praias foram reabertas na última quarta, mas são necessárias liberação das autoridades regionais e vigilância remota.