Internacional EUA acreditam em teste nuclear da Coreia do Norte durante passagem de Biden na Ásia

EUA acreditam em teste nuclear da Coreia do Norte durante passagem de Biden na Ásia

Presidente norte-americano fará viagem oficial ao continente nos próximos dias, enquanto Pyongyang planeja exercício em breve

AFP

Resumindo a Notícia

  • Jake Sullivan, conselheiro de Joe Biden, fala em "possibilidade real" de teste nuclear
  • Estados Unidos estariam prontos para qualquer eventualidade durante viagem de Biden
  • Presidente dos Estados Unidos visitará a Coreia do Sul e o Japão nos próximos dias
  • Americanos conversaram com chineses sobre exercícios militares dos norte-coreanos
Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tem viagem marcada à Ásia

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tem viagem marcada à Ásia

Stefani Reynolds/AFP - 18.5.2022

Os Estados Unidos acreditam que há uma "possibilidade real" de que a Coreia do Norte dispare um novo míssil ou teste nuclear durante a viagem do presidente Joe Biden à Ásia, afirmou um de seus assessores nesta quarta-feira (18).

Às vésperas da partida de Biden para uma viagem diplomática pela região, "estamos preparados para todas as eventualidades, incluindo uma provocação enquanto estivermos na Coreia do Sul ou no Japão", disse Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional da Casa Branca.

Segundo Sullivan, a Coreia do Norte, que desafiou a ONU ao prosseguir no passado com vários testes de mísseis, poderia usar a viagem de Biden para fazer "provocações".

Podem ser "novos testes de mísseis, testes de míssil de longo alcance ou um ensaio nuclear, ou francamente ambos, nos dias anteriores, durante ou depois da viagem do presidente à região", acrescentou.

O governo de Biden "está pronto para fazer ajustes a curto ou longo prazo a nossas disposições militares para garantirmos poder exercer a dissuasão destinada a proteger nossos aliados na região e nossa capacidade de resposta".

Sullivan especificou que havia coordenado uma potencial resposta junto à Coreia do Sul e o Japão e que também havia falado sobre o tema na quarta-feira passada com a China.

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