Coronavírus

Internacional EUA confirmam casos da Ômicron em cinco estados do país

EUA confirmam casos da Ômicron em cinco estados do país

Autoridades de saúde suspeitam que mais casos da variante possam ser detectados por todo o território americano

Agência EFE
EUA traçaram plano para enfrentar a Ômicron durante o inverno do hemisfério norte

EUA traçaram plano para enfrentar a Ômicron durante o inverno do hemisfério norte

David Ryder / Getty Images via AFP - 10.6.2021

Os Estados Unidos confirmaram casos de Covid-19 com a variante Ômicron do coronavírus na Califórnia, Minnesota, Colorado, Havaí e Nova York e suspeitam que a nova cepa esteja presente em mais partes do país, informou nesta sexta-feira (3) Rochelle Walensky, diretora dos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças).

Walensky disse que o grupo de trabalho para a pandemia na Casa Branca está atuando "de perto" com as autoridades de saúde locais para investigar casos suspeitos em outros estados.

Na última quarta-feira (1º), os EUA confirmaram o primeiro caso americano da variante Ômicron, detectado na Califórnia. De acordo com Walensky, o país "está equipado e preparado" para combater a nova variante do vírus, frisando que os CDC estão continuamente monitorando a eficácia das vacinas.

Além disso, "estamos realizando uma investigação exaustiva dos primeiros casos da Ômicron para compreender a propagação e a gravidade da doença [contraída] com essa variante", disse a diretora dos CDC.

Apesar do alarme sobre a variante, detectada pela primeira vez na semana passada na África do Sul, Walensky disse que 99,9% das infecções nos EUA são hoje causadas pela mutação Delta do coronavírus.

"A Delta continua provocando casos pelo país, especialmente em pessoas não vacinadas", informou.

O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou na quinta-feira (2) uma estratégia para conter a pandemia e minimizar o impacto da Ômicron, na esperança de não impactar muito a economia e o turismo.

O plano de Biden inclui uma medida que entrará em vigor na segunda-feira (6), exigindo que todos os viajantes que chegam aos EUA testem negativo para o coronavírus nas 24 horas seguintes ao voo, em vez das 72 horas anteriormente exigidas.

Últimas