Internacional EUA: Dois são demitidos do Departamento de Segurança Interna

EUA: Dois são demitidos do Departamento de Segurança Interna

Segundo informações publicadas pelo jornal norte-americano Washington Post, a Casa Branca estaria buscando total lealdade de seus funcionários

  • Internacional | Do R7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Tom Brenner-10.out.2020/Reuters

O presidente Donald Trump demitiu dois funcionários do Departamento de Segurança Interna dos EUA. Deixaram os cargos o chefe de assuntos internacionais, Valerie Boyd, e o assessor sênior para assuntos relacionados a segurança digital e infraestrutura, Bryan Ware. As informações foram publicadas pelo jornal Washington Post nesta sexta-feira (13).

Uma pessoa ligada ao atual governo disse ao jornal norte-americano para não ter a identidade revelada, a Casa Branca estaria buscando pessoas totalmente leais e quem trabalhou no passado com George W. Bush e Barack Obama estaria sendo visto com desconfiança. 

Segundo a reportagem, Boyd escreveu uma carta ao secretário interino do Departamento de Segurança Interna, Chad Wolf, dizendo que espera que os funcionários do governo "ajam com honra" durante a transição para uma nova presidência.

EUA: funcionário do correio que teria visto fraude volta atrás

Ware se recusou a comentar os termos de sua partida, mas, após o anúncio do desligamento do cargo, disse se orgulhar do trabalho que realizou e que foi um privilégio ter servido ao país.  

A Casa Branca também demitiu três altos funcionários do Pentágono, departamento de defesa dos EUA, nesta semana. Entre os que deixaram o cargo está o Secretário de Defesa Mark T. Esper.

Na quinta-feira (12), autoridades norte-americanas ligadas ao Departamento de segurança interna divulgaram um comunicado dizendo que “as eleições de 3 de novembro foram as mais seguras da história dos Estados Unidos".

Georgia irá recontar votos após diferença mínima entre candidatos

Contrariando a posição do atual presidente o documento rejeita a possibilidade de fraude, o que confirmaria a vitória do candidato democrata, Joe Biden. "Não há evidências de que um sistema de votação tenha apagado, perdido ou alterado as cédulas, ou que tenha sido hackeado de alguma forma”, dizia o documento.

Biden segue adiante com a transição do governo e nomeia chefe de gabinete

Últimas