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Internacional EUA planejam distribuir vacina da Johnson na próxima semana

EUA planejam distribuir vacina da Johnson na próxima semana

Órgão regulador do país vai analisar a liberação para uso emergencial do imunizante nesta sexta-feira (26)

  • Internacional | Da EFE

Vacina da Johnson & Johnson será distribuída nos EUA em poucos dias

Vacina da Johnson & Johnson será distribuída nos EUA em poucos dias

Jeon Heon-Kyun / EFE - EPA - Arquivo

O governo dos Estados Unidos planeja distribuir de 3 a 4 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus da Johnson & Johnson em poucos dias, se o agente imunizante receber o sinal verde das autoridades do país.

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"Se for emitida uma autorização para uso de emergência, faremos a distribuição de entre 3 a 4 milhões de doses na próxima semana", afirmou o coordenador para a pandemia da Covid-19 da Casa Branca, Jeff Zients, em entrevista coletiva.

O representante do governo ainda revelou que a multinacional pretende entregar cerca de 20 milhões de doses da vacina até o fim de março deste ano.

Processo de autorização

A Johnson & Johnson já solicitou autorização para o uso emergencial da vacina à agência americana reguladora de alimentos e medicamentos (FDA), que avaliará o pedido nesta sexta-feira.

Previamente, hoje, o órgão confirmou os dados de eficácia e segurança da vacina, que requer apenas a aplicação de uma dose.

Até hoje, o FDA concedeu autorização para o uso emergencial das vacinas contra o coronavírus das companhias Pfizer e Moderna, ambas que necessitam de duas doses para a total imunização.

No início deste mês, a J&J disse que os dados dos testes clínicos indicam que sua vacina contra Covid-19 é 66% eficaz na imunização contra a doença; 72% em exames realizados nos Estados Unidos; 66% na América Latina e 64% na África do Sul, onde uma variante mais resistente se espalhou.

Os testes demonstraram que a vacina previne 86% dos casos graves nos Estados Unidos e 82% na América Latina, o que na prática significaria que é altamente eficaz na prevenção de hospitalizações e mortes pelo coronavírus SARS-CoV-2.

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