Novo Coronavírus

Internacional EUA reduzem restrições de viagens para 61 países, incluindo Japão

EUA reduzem restrições de viagens para 61 países, incluindo Japão

Brasil segue no nível mais alto de alerta por conta do aumento de casos de infecções na pandemia do novo coronavírus

Reuters
Governo norte-americano reduziu recomendações para viagens para 61 países

Governo norte-americano reduziu recomendações para viagens para 61 países

Kevin Mohatt / Reuters - Arquivo

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDCs, na sigla em inglês) dos Estados Unidos flexibilizaram suas recomendações de viagens para 61 países, incluindo o Japão, saindo do "Nível 4", o mais alto, que desencorajava todas as viagens, passando agora a recomendar viagens a indivíduos totalmente vacinados contra a covid-19, confirmou a agência nesta terça-feira (8).

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As novas classificações rebaixam 61 países para o "Nível 3", incluindo França, África do Sul, Canadá, México, Rússia, Espanha e Itália. O Brasil continua no "Nível 4", que recomenda que o turista evite viajar para o país e, caso precise fazer a viagem, que esteja vacinado e totalmente imunizado para isso.

Uma autoridade do Departamento de Estado norte-americano disse que a recomendação de viagem está em processo de revisão para refletir as mudanças dos CDCs. A agência informou que a alteração ocorre após a revisão de seus critérios para avisos de saúde em viagens. Os CDCs também revisaram sua classificação para os Estados Unidos do "Nivel 4" para o "Nível 3".

Em 24 de maio, o Departamento de Estado foi contrário a viagens ao Japão, citando uma nova onda de casos de coronavírus antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio começarem, em 23 de julho.

Outros países que estão sendo rebaixados para o "Nível 3" incluem Honduras, Indonésia, Jordânia, Líbia, Panamá, Polônia, Dinamarca e Malásia.

Muitos dos países que agora têm classificações mais baixas permanecem na lista do governo dos EUA de países sujeitos a severas restrições de viagens — e a maioria está sujeita a tais restrições desde o início de 2020.

Os Estados Unidos proíbem a entrada de quase todos os cidadãos não norte-americanos que estiveram na China, Reino Unido, Irlanda, Índia, África do Sul, Brasil, Irã e os 26 países de Schengen na Europa sem controles de fronteira nos 14 dias anteriores.

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