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Internacional EUA registram semana com maior tráfego aéreo desde março de 2020

EUA registram semana com maior tráfego aéreo desde março de 2020

Feriado de Ação de Graças, um dos mais importantes do calendário norte-americano, pode ter elevado número de viagens no país

Agência EFE
Cerca de 2,4 milhões de pessoas devem transitar pelos aeroportos dos EUA no domingo (28)

Cerca de 2,4 milhões de pessoas devem transitar pelos aeroportos dos EUA no domingo (28)

Tannen Maury/EFE/EPA - 24.11.2021

Os Estados Unidos registraram entre a quinta-feira (18) da semana passada e esta quarta-feira (24) a semana com maior tráfego aéreo desde que foi declarada a pandemia de Covid-19, em março do ano passado, informou nesta quinta-feira (25) a Administração de Segurança no Transporte (TSA, na sigla em inglês).

O país comemora nesta quinta-feira o Dia de Ação de Graças, um feriado familiar em que muitas pessoas têm até quatro dias de folga (de quinta a domingo) e que historicamente tem sido o período de viagem mais movimentado nacionalmente.

A TSA informou que desde a quinta-feira passada mais de dois milhões de passageiros passaram diariamente pelos aeroportos dos EUA, algo que não acontecia desde antes da pandemia. Na véspera do Dia de Ação de Graças, 2,31 milhões de pessoas passaram por postos de controle de segurança nos aeroportos do país, número que representa 88% do tráfego aéreo registrado no mesmo dia em 2019.

De acordo com a TSA, o dia em que se espera o maior fluxo de passageiros é o próximo domingo, quando cerca de 2,4 milhões de pessoas pegarão voos para casa após passarem as férias com a família ou amigos.

A retomada do tráfego aéreo ocorre em um momento particularmente delicado para as companhias aéreas, que têm acumulado atrasos e cancelado voos durante meses devido à falta de funcionários para as operações, tanto pilotos como comissários de bordo e equipes nos aeroportos.

A falta de pessoal se deve a vários fatores, incluindo o contexto geral de falta de oferta de trabalhadores no mercado de trabalho dos EUA, o receio de alguns empregados voltarem ao trabalho devido à pandemia, demissões forçados ou sanções para aqueles que se recusam a ser vacinados, e a desfasagem entre a oferta e a procura após mais de um ano em que o tráfego aéreo na mínima histórica.

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