Internacional EUA retiram sigilo de mais de mil documentos sobre morte de JFK

EUA retiram sigilo de mais de mil documentos sobre morte de JFK

Telegramas, relatórios e comunicados intergovernamentais estão agora acessíveis ao público no site dos Arquivos Nacionais

Agência EFE
Presidente dos EUA foi assassinado em Dallas, no Texas, em 22 de novembro de 1963

Presidente dos EUA foi assassinado em Dallas, no Texas, em 22 de novembro de 1963

EFE/DALMA - SIPA - Arquivo

O Governo dos Estados Unidos retirou nesta quarta-feira (15) o sigilo oficial de 1.491 documentos relacionados à morte do presidente John F. Kennedy, que foi assassinado na cidade de Dallas, no Texas, em 1963.

Os arquivos consistem em telegramas, relatórios e comunicados intergovernamentais que estão agora acessíveis a todos através do site dos Arquivos Nacionais dos EUA, porém não incluem todos os documentos em posse do governo sobre o assunto.

Centenas de jornais, presumivelmente contendo informação mais sensível, permanecem em segredo, de acordo com a imprensa americana.

Com base na legislação oficial de 1992, os relatórios do assassinato de JFK deveriam ter se tornado públicos em 25 anos, ou seja, em 2017, mas a lei previa um possível adiamento, para o caso de futuras preocupações com a segurança nacional.

O ex-presidente Donald Trump (2017-2021) ordenou a publicação de 2.800 documentos confidenciais em outubro de 2017, mas decidiu manter centenas de documentos em sigilo sob essa premissa, e vários deles foram revelados nesta quarta-feira. 

Ao todo, os Arquivos Nacionais já divulgaram mais de 90% dos documentos governamentais sobre o assassinato de JFK. O então presidente democrata foi morto em 22 de novembro de 1963, em Dallas, por Lee Harvey Oswald, que, segundo a investigação oficial da Comissão Warren, agiu sozinho, o que ainda é questionado por muitos historiadores.

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