Coronavírus

Internacional G7 cogita alocar US$100 bi do FMI para nações atingidas pela covid

G7 cogita alocar US$100 bi do FMI para nações atingidas pela covid

EUA devem fazer a proposta na cúpula do grupo das maiores economias do mundo, que começou nesta sexta na Inglaterra

Reuters
Líderes do G7 deram início à cúpula do G7 nesta sexta-feira

Líderes do G7 deram início à cúpula do G7 nesta sexta-feira

Kevin Lamarque / Pool via Reuters - 11.6.2021

Os Estados Unidos e outras nações do G7 estão cogitando realocar 100 bilhões de dólares (o equivalente a cerca de R$ 517 bilhões) das reservas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar os países que enfrentam mais dificuldades com a crise da covid-19, disse a Casa Branca.

Leia também: G7 distribuirá um bilhão de vacinas contra covid-19 a países pobres

A questão estará em pauta quando os líderes do G7 debaterem como ajudar a direcionar a recuperação mundial para longe da pandemia de coronavírus durante uma cúpula de três dias na Cornualha, no sudoeste da Inglaterra, que começa nesta sexta-feira (11).

"Os Estados Unidos e nossos parceiros do G7 estão cogitando um esforço global para multiplicar o impacto da alocação proposta dos Direitos Especiais de Retirada (SDR) para os países mais necessitados", disse o gabinete do presidente norte-americano, Joe Biden.

"Com um tamanho potencial de até 100 bilhões de dólares, o esforço proposto apoiaria mais as necessidades de saúde — incluindo vacinações — e ajudaria a permitir recuperações econômicas mais verdes e robustas em países vulneráveis, além de promover uma recuperação global equilibrada, contínua e inclusiva."

Na quinta-feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que as nações do G7 entrem em acordo para realocar 100 bilhões de dólares em SDRs para Estados africanos.

Em abril, chefes de finanças de todo o mundo concordaram em reforçar os SDRs em 650 bilhões de dólares e prorrogar um congelamento nos serviços de dívida para ajudar países em desenvolvimento a lidarem com a pandemia, mas somente 34 bilhões seriam destinados à África.

Últimas