Internacional Homem atropela manifestantes em Seattle, deixando 1 morto e 2 feridos

Homem atropela manifestantes em Seattle, deixando 1 morto e 2 feridos

Um veículo furou uma barreira policial e atacou pessoas durante um protesto em Seattle, nos Estados Unidos. O condutor foi preso

  • Internacional | Da EFE

Investigador inspeciona a cena onde pessoas foram atropeladas durante protesto

Investigador inspeciona a cena onde pessoas foram atropeladas durante protesto

Jason Redmond/Reuters - 04.07.2020

Um manifestante morreu e outros dois ficaram feridos depois que um veículo furou uma barreira policial e atacou um protesto em Seattle, nos Estados Unidos, na noite de sábado (4), segundo informações da imprensa local.

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O motorista do carro, de 27 anos, foi detido pela polícia, que ainda não informou o que o levou a jogar o veículo contra essas pessoas, que protestavam contra o racismo e a violência policial.

Na última quarta-feira (1º), a cidade de Seattle, no estado de Washington, desmantelou a chamada Zona Autônoma de Capitol Hill, que havia sido ocupada por manifestantes durante semanas e onde nenhum policial vinha agindo. O movimento resultou em dezenas de detenções.

Protestos

A cidade, com uma forte tradição de protesto e berço do movimento antiglobalização nos anos 90, foi uma das origens da onda de protestos contra a violência policial e pela justiça racial, o que foi intensificado após a morte de George Floyd, um homem negro de 46 anos, às mãos de um policial branco em Minneapolis, no final de maio.

Neste sábado, vários protestos foram convocados em diferentes cidades do país para marcar o 4 de julho, Dia da Independência dos Estados Unidos, contra a brutalidade policial e para pedir a saída do presidente Donald Trump.

Em algumas manifestações, como a de Washington DC, a bandeira dos EUA foi queimada. E em Baltimore, no estado de Maryland, uma estátua de Cristóvão Colombo foi derrubada e atirada na água.

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Os atos aconteceram depois que Trump fez um duro discurso, no qual citou a polarização, criticou o que chamou de "esquerda radical" e disse que não permitiria que "uma multidão enfurecida" apagasse a história do país derrubando estátuas.

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