Coronavírus

Internacional Inteligência dos EUA não consegue confirmar a origem da covid-19

Inteligência dos EUA não consegue confirmar a origem da covid-19

Investigação solicitada por Joe Biden tentava descobrir se vírus saltou de animais para humanos ou se vazou de um laboratório

Agência Estado
Origem do novo coronavírus ainda é desconhecida

Origem do novo coronavírus ainda é desconhecida

Pixabay

Um novo relatório das agências de inteligência dos Estados Unidos sobre as origens da covid-19, entregue à Casa Branca, na terça-feira (24), não trouxe uma resposta definitiva sobre a forma como a pandemia começou - se por um salto do coronavírus de animais para humanos ou por um vazamento do vírus de um laboratório.

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De acordo com dois oficiais seniores norte-americanos, a ausência de conclusões é fruto, em parte, da falta de informações detalhadas por parte da China.

A nova análise, solicitada pelo presidente americano Joe Biden há 90 dias, mostra o desafio pelo qual a Casa Branca passa para conseguir mais informações de Pequim que poderiam esclarecer como a pandemia global começou. O mesmo desafio vem sendo enfrentado por burocratas de Washington desde a gestão de Donald Trump.

O relatório destaca a importância do compartilhamento de registros de laboratórios, amostras genômicas e outros dados que poderiam trazer mais informações sobre a origem do vírus. "Foi um mergulho, mas só se pode ir à profundidade que a situação permite", disse um dos oficiais. "Se a China não der acesso a determinadas bases de dados, você nunca saberá de fato o que ocorreu."

A investigação da origem do vírus se tornou foco de mais um conflito diplomático entre os Estados Unidos e a China. Em julho, após o pedido de investigação por parte de Biden, Pequim negou uma proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) para uma nova busca de respostas no país, que teria o suporte de Washington e faria uma auditoria em laboratórios chineses.

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