Internacional Interpol intercepta R$ 670 milhões na luta contra crimes virtuais

Interpol intercepta R$ 670 milhões na luta contra crimes virtuais

Na operação, foram detidos suspeitos ligados a golpes, roubo de identidade, investimentos fraudulentos, ou tentativas de phishing

AFP

Resumindo a Notícia

  • Interpol interceptou R$ 670 milhões em operação contra crimes cibernéticos
  • Rede internacional de polícia ainda deteve cerca de 1.000 pessoas ligadas a cibercrimes
  • Foram detidos vários suspeitos ligados a golpes, roubo de identidade, entre outros
  • Investigações também permitiram identificar novas tendências de crimes na internet
Interpol deteve cerca de 1.000 pessoas em operação contra crimes na internet

Interpol deteve cerca de 1.000 pessoas em operação contra crimes na internet

Pixabay

A rede internacional de polícia Interpol deteve cerca de 1.000 pessoas e interceptou US$ 130 milhões, cerca de R$ 670 milhões, em uma vasta operação contra o crime na internet — anunciou a organização em uma nota divulgada nesta quinta-feira (24).

Na operação, batizada de Haechi III, foram detidos vários suspeitos ligados a casos de crimes cibernéticos, como golpes, roubo de identidade, investimentos fraudulentos, ou tentativas de phishing por email, informou a Interpol, cuja sede fica em Lyon, na França.

Entre 28 de junho e 23 de novembro, 975 pessoas foram presas, e cerca de 2.800 contas e ativos virtuais vinculados a práticas criminosas, bloqueados.

Essas investigações também permitiram identificar novas tendências de crimes na internet, como novas práticas de usurpação de identidade, ou golpes sexuais.

Os investigadores detectaram ainda um aumento significativo de fraudes por aplicativos de mensagens que solicitam pagamentos por meio de criptomoedas.

A Interpol suspeita que, em um desses casos, dois coreanos, detidos na Grécia e na Itália, aplicaram um golpe de 28 milhões de euros (R$ 154,3 milhões) em cerca de 2.000 pessoas.

Agentes austríacos e indianos também identificaram um grupo de cibercriminosos se fazendo passar por agentes da Interpol. Eles convenciam pessoas a enviar-lhes dinheiro por criptomoeda, cartões-presente ou transferências bancárias.

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