Coronavírus

Internacional Mais 3 ilhas tailandesas estão aceitando turistas vacinados

Mais 3 ilhas tailandesas estão aceitando turistas vacinados

Antes da pandemia, turismo representava quase 20% da receita do país, com 40 milhões de visitantes antes de 2019

AFP
Ilhas tailandesas vão aceitar turistas vacinados

Ilhas tailandesas vão aceitar turistas vacinados

Pixabay

Depois de Phuket, a Tailândia reabriu, nesta quinta-feira (15), outras três ilhas para turistas internacionais vacinados para recuperar o turismo, um setor vital para o país imerso em uma terceira onda da covid-19

Antes da crise, o turismo representava quase 20% da receita da Tailândia, com 40 milhões de visitantes antes de 2019.

A partir de 1º de julho, os viajantes vacinados poderão visitar a ilha de Phuket sem precisar cumprir quarentena e, a partir de quinta-feira, também estão liberados para visitar Koh Samui, Koh Phangan e Koh Tao, no Golfo da Tailândia. 

Os que chegarem terão, no entanto, de permanecer em seu hotel em Koh Samui nos primeiros três dias de viagem. Depois disso, será possível podem explorar a ilha e viajar para as outras duas a partir da segunda semana, se o resultado do teste de coronavírus for negativo.

Os primeiros turistas, procedentes do Japão e de Taiwan, são esperados nesta sexta-feira, informa a imprensa local. 

Trata-se de uma "abertura suave", no momento em que 75% da população do arquipélago já foi vacinada, segundo o presidente da Associação de Turismo de Koh Samui, Ratchaporn Poolsawadee.

Desde o início da pandemia, a receita com turismo despencou mais de 90% em Koh Samui. As autoridades não divulgaram o número previsto de chegadas. 

Em nível nacional, a economia registrou em 2020 seus piores resultados desde a crise asiática de 1997.

O governo tailandês estabeleceu a meta de reabrir o restante do país até outubro. 

A Tailândia enfrenta seu pior pico epidêmico desde o surgimento do coronavírus no territorio. Nas últimas 24 horas, foram registrados 9.186 casos e 98 mortes, um recorde. Até agora, o país acumula mais de 360 mil casos e em torno de 3.000 óbitos.

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