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Internacional Nova Déli e Mumbai começam a suspender restrições na Índia

Nova Déli e Mumbai começam a suspender restrições na Índia

Algumas lojas e shoppings reabriram após semanas fechados, e metrô da capital opera com 50% da capacidade

AFP
Nova Déli e Mumbai começam a suspender restrições na Índia

Nova Déli e Mumbai começam a suspender restrições na Índia

Adnan Abidi/Reuters - 7.6.2021

Nova Déli e Mumbai começaram a suspender as restrições nesta segunda-feira (7), após uma queda nas infecções por covid-19 na Índia, para o menor nível em dois meses. 

"Devemos continuar a nos proteger de infecções e recuperar a economia", tuitou o primeiro-ministro regional de Déli, Arvind Kejriwal, nesta segunda-feira. 

Algumas lojas e shopping centers reabriram após semanas de fechamento, e o metrô da capital está operando com 50% da capacidade. 

Em Mumbai, o pulmão econômico da Índia, os shoppings também foram reabertos, embora com limitações. 

Nas cidades do estado de Maharashtra com o menor número de casos, nenhuma restrição foi decretada para a reabertura.

"É um passo na direção certa", disse Rajendra Kalkar, da Phoenix Mills, gerente de três shopping centers na região mais rica. 

A West India Hotel and Restaurant Association estimou que mais de dois milhões de empregos foram perdidos durante o confinamento em Maharashtra, que inclui Mumbai. 

De acordo com especialistas, embora a crise diminua em Déli, Mumbai e outras grandes cidades, a doença continua a se espalhar nas áreas rurais e em alguns estados do sul. 

Nesta segunda-feira, a Índia relatou cerca de 100 mil infecções por dia, contra 400 mil em vários dias de maio. 

O número de mortos também caiu para quase 2,5 mil nas últimas 24 horas, embora os números pareçam estar subestimados.

O Ministério da Saúde da Índia estima que o número total de mortes desde o início da pandemia seja ligeiramente inferior a 347 mil, mas os especialistas consideram que é subestimado. 

A campanha de vacinação avança lentamente devido à falta de doses, à discordâncias entre os governos federal e regional. 

Atualmente, apenas cerca de 180 milhões de pessoas, ou 14% da população, receberam uma dose e 45 milhões, 3,4%, duas doses.

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